quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Bicicleta elétrica não cansa e não faz suar

Com a expansão das ciclofaixas de São Paulo, cresce também o número de ciclistas. A advogada Belize vai para o trabalho de bicicleta elétrica. Com essa novidade, o ciclista não chega suado ou cansado ao seu destino. O empresário Ricardo Uchoa conta que o número de vendas da sua loja cresce a cada dia.

Japonês cria bicicleta de madeira pela bagatela de R$ 50 mil

Sueshiro Sano construiu bicicleta com madeira de mogno. Inventor japonês tem um estúdio em Tóquio, na capital do país

Japonês cria bicicleta de madeira pela bagatela de R$ 50 mil
 
O japonês Sueshiro Sano criou uma bicicleta construída com madeira de mogno. Os interessados, no entanto, precisam desembolsar um preço salgado pela bicicleta: O produto é vendido por cerca de US$ 20 mil, equivalente a quase R$ 50 mil.
Antes de se aventurar na construção de bicicletas de madeira, Sano, que tem um estúdio em Tóquio, na capital do país, era um renomado construtor canoas japonesas tradicionais.
http://circuitomt.com.br/editorias/economia/52500-japones-cria-bicicleta-de-madeira-pela-bagatela-de-rs-50-mil.html

Campeã brasileira de ciclismo é afastada por dois anos após ser flagrada em doping

por Ricardo Alves

Campeã brasileira de ciclismo é afastada por dois anos após ser flagrada em doping
Foto: Divulgação
Campeã brasileira de ciclismo de estrada na prova de resistência, Márcia Fernandes Silva, de 23 anos, foi suspensa do esporte por dois anos e não poderá disputar os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016. A goiana foi pega no exame antidoping do dia 28 de junho, quando conquistou o título brasileiro em São Carlos/SP. Foi encontrada no sangue da atleta a substância eritropoetina (EPO).
 
Notificada pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Márcia abriu mão da contraprova e foi automaticamente punida. Além da suspensão, a goiana teve todos resultados anulados pela entidade, inclusive o título nacional. A atleta é figura constante na seleção brasileira de estrada e faz parte do "clã Fernandes".

fonte: http://www.bahianoticias.com.br/esportes/noticia/34226-campea-brasileira-de-ciclismo-e-afastada-por-dois-anos-apos-ser-flagrada-em-doping.html

Scott transmite ao vivo tentativa do Recorde da Hora nesta quinta

Tema:Biking
Autor: Redação 360 Graus
Data: 30/10/2014

Esta quinta-feira (30/10) pode ser dia de recorde para o ciclismo mundial. O austríaco Matthias Brändle, da equipe IAM Cycling, vai sentar no selim de sua bicicleta para tentar o Recorde da Hora. A tentativa vai acontecer no velódromo do quartel-general da UCI (União Ciclística Internacional), em Aigle, na Suíça. A Scott transmite ao vivo pelo link http://bit.ly/AssistaHourRecord.

Para bater o recorde, o ciclista de 25 anos precisa pedalar mais de 51,115 km em uma hora – marca obtida por Jens Voigt no último mês de setembro.

“Estou focado 100% neste projeto. Em parte, decidi tentar a sorte neste recorde porque Jens Voigt sempre foi um modelo pra mim desde que eu era pequeno. Na minha cabeça, a personalidade e o estilo fazem dele um homem excepcional para mim”, comentou o atleta.
fonte: http://360graus.terra.com.br/biking/default.asp?did=37256&action=news

Melhores do Red Bull Rampage 2014

1° Desafio 100 Km de Ciclismo do Milhão/ 2014

          
          Cartaz provisório

VENHA DESAFIAR OS SEUS LIMITES!
Não é competição.
Data: 14 de dezembro de 2014 (domingo)
Concentração: 7:00 h da manhã - Restaurante do Milhão (BR 262 Km 388 Florestal - MG)
Largada: 8:00 h da manhã.
Chegada: no máximo 7 horas após a largada.

Realização:
Pedal do Frango Eventos

Supervisão
Liga Mineira de Ciclismo - LMC

terça-feira, 28 de outubro de 2014

PESSOAS SÃO INCRÍVEIS - 2014

Fabricação da Corrente de Bicicleta





A bicicleta é um veículo com duas rodas presas a um quadro, movido pelo esforço do próprio usuário (ciclista) através de pedais, ou também, um velocípede de duas rodas iguais e de pequeno diâmetro.
Os primeirros traços da existência da bicicleta tal como a conhecemos hoje, ocorreram em projetos do renomado inventor italiano Leonardo da Vinci, por volta de 1490. Na China a invenção da bicicleta é atribuido ao antigo inventor chinês Lu Ban, que nasceu há mais de 2.500 anos atrás.[4] Em 1680, Stephan Farffler, um alemão construtor de relógios, projetou e construiu algumas cadeiras de rodas tracionadas por propulsão manual através de manivelas, mas o certo é que o alemão Barão Karl von Drais pode ser considerado o inventor da bicicleta, pois, em 1817 ele implementou um brinquedo que se chamava celerífero, desenvolvido pelo Conde de Sivrac em 1780[5]. O celerífero fôra construído em madeira com duas rodas interligadas por uma viga e um suporte para o apoio das mãos e destinava-se apenas a tração utilizando-se dos pés quando o "velocipedista"[5] postava-se na viga de madeira. O Barão Drais instalou em um celerífero um sistema de direção que permitia fazer curvas e com isto manter o equilíbrio da bicicleta quando em movimento, além de um rudimentar sistema de frenagem. O sucesso foi tanto que em abril de 1818, o próprio Barão Drais apresenta seu invento no parque de Luxemburgo, em Paris, e meses mais tarde faz o trajeto Beaune - Dijon, na França. Drais patenteou a novidade em 12 de janeiro de 1818 em Baden, Paris e outras cidades européias. Mesmo sendo um avanço para a época, seu "produto" não tornou-se popular e o Barão foi ridicularizado e seu projeto o tornou um homem falido[6][7].
Em pleno século de revoluções industriais e científicas como foi o século XIX, não demorou muito para a draisiana ser modificada e melhorada. Poucos anos se passaram, após o registro de Drais, e o "veículo" foi apresentado em uma estrutura de ferro e também recebeu uma sela, melhorando em resistência e conforto.
No dia 20 de abril de 1829 aconteceu a primeira competição que se tem conhecimento utilizando-se do veículo de duas rodas da época. Neste dia, competiram 26 draisianas percorrendo 5 quilômetros dentro da cidade de Munique[8].
Em 1839, o escocês Kirkpatrick Macmillan adapta ao eixo traseiro duas bielas ligadas por uma barra de ferro. Isto provocou o avanço da roda traseira, dando-lhe maior estabilidade e possibilidade de manuseio e manejo rápido. Com esse mecanismo a bicicleta ficou mais segura e estável, pois nas curvas evitava o antigo jogo do corpo para o lado oposto ao movimento a fim de manter estável o equilíbrio, já que o equipamento em si era bastante pesado[6].
No ano de 1855 o francês Ernest Michaux inventa o pedal, que foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Os pedais eram ligados à roda dianteira, e o invento ficou conhecido como velocípede, palavra oriunda do latim velocidade e pé ou velocidade movida a pé. Alguns consideram-no a primeira bicicleta moderna, e na verdade ficou sendo chamado de triciclo posteriormente[6].
A prefeitura de Paris criou, em 1862, caminhos especiais nos parques para os velocípedes para não se misturarem com as charretes e carroças, dando assim origem às primeiras ciclovias, pois era comum alguns acidentes, rotineiramente os animais das charretes e carroças assustavam-se, causando sustos e ferimentos aos condutores. No mesmo ano, Pierre Lallement viu alguém andando com uma draisiana e teve a ideia de construir seu próprio veículo, mas com a adaptação de uma transmissão englobando um mecanismo de pedivela giratório e pedais fixados no cubo da roda dianteira. Ele então acabou criando a primeira bicicleta propriamente dita depois que mudou-se para Paris em 1863.

Fáceis de guardar, bicicletas dobráveis já são campeãs de vendas em algumas lojas de Belo Horizonte

Adeptos alertam para cuidados especiais na hora de andar e de fazer manutenção


Publicação: 26/10/2014 08:40 Atualização:

O psicanalista Samir Honorato vai pedalando de casa, no Bairro Santo Antônio, para o trabalho, no Funcionários. Espaço não é problema para a bicicleta - Foto: Beto Magalhães/EM/D.A Press VEJA FOTO NO LINK ABAIXO.


Elas passam e despertam curiosidade. São diferentes das tradicionais, com pneus e guidom mais largos. Mas é o tamanho menor e a versatilidade que têm levado bicicletas dobráveis a ganhar cada vez mais espaço nas ruas de Belo Horizonte. A facilidade de dobrá-las e guardá-las em espaços pequenos, além da possibilidade de levá-las em qualquer horário no ônibus, metrô ou no táxi, fazem com que esse tipo de bicicleta seja campeã de vendas em algumas lojas especializadas da capital. Para autoridades de trânsito, o aumento no número de pessoas optando pelo transporte alternativo é importante para melhorar a mobilidade na cidade.

Nas contas de Alessandro Borsagli, de 35 anos, dono de um loja de bicicletas na Rua Professor Morais (Bairro Funcionários), nove em cada 10 bicicletas urbanas vendidas são dobráveis. “A venda cresceu muito. As pessoas estão mais interessadas no modelo porque percebem as vantagens”, afirma. As principais diferenças do modelo são as dimensões e os componentes. O número de marchas pode variar em relação às tradicionais, sendo que as dobráveis mais comuns têm de uma a sete marchas (há marcas com até 27 marchas, mas com custo mais elevado). Os pneus são para asfalto, sem cravos e com poucas ranhuras. Os modelos mais vendidos custam entre R$ 1,1 mil e R$ 1,6 mil.

Apesar das diferenças, já que as convencionais têm mais marchas e dimensões mais avantajadas (veja arte), a magrela dobrável tem bom desempenho nos deslocamentos. “Cada pessoa deve escolher um modelo que atenda à sua necessidade. As dobráveis são indicadas para o transporte na cidade, mesmo em uma cidade com morros, como Belo Horizonte. Além disso, há uma variedade de acessórios, como cestas, que auxiliam nas compras ou no transporte de objetos”, afirma Alessandro Borsagli.

O empresário, ciclista desde a infância e adepto da bicicleta dobrável há seis anos, diz que o modelo pode ser usado para se exercitar. Mas alerta para algumas restrições de uso. “Ela é indicada para a cidade, não para estradas de terra. Também é preciso evitar descer meio-fio, pular obstáculos ou passar em buracos para não estragas as dobradiças”, enumera. A compra também exige cuidado, para evitar peças de má qualidade. “Mais do que pensar nos componentes, como quadro e guidom, o importante é ser exigente com as dobradiças, para evitar manutenções excessivas ou acidentes, em caso de desprendimento dessas peças”, explica o empresário Vinícius Túlio da Silva, dono de uma loja no Carmo-Sion (Centro-Sul). Ele diz que a procura pela dobrável está em alta.

“Arisca” Quem quiser trocar uma bicicleta convencional pela dobrável também deve ter atenção na hora de andar. O guidom mais estreito, em relação às tradicionais, exige cuidado com as manobras. “Ela é mais ‘arisca’, muda de direção com qualquer toque. O lado bom é que, por ser mais estreita, fica mais fácil de manobrar no trânsito”, descreve o artista plástico Sérgio Guerra, de 50. Ele, que já teve uma monareta dobrável na década de 1970 e há cinco anos comprou um novo modelo, diz estar encantado com a nova “onda”. “A bicicleta é confortável e tem uma estética linda. Acho que ela brilha no ambiente urbano”, afirma.

Atraído pela praticidade do modelo, o psicanalista Samir Honorato, de 30, abriu mão do carro nos trajetos do dia a dia. Até dois meses atrás, ia de carro de casa, no Bairro Santo Antônio, para o trabalho, no Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul. “Mas começou a ficar inviável porque a vaga de estacionamento no prédio era cara e não havia muito espaço na rua. Minha vida ficou muito melhor. Tento até convencer amigos a fazerem a mudança”, diz.

>> Ciclovias em expansão

O avanço do modelo de bicicleta dobrável em Belo Horizonte tem relação com a infraestrutura de ciclovias e na implantação do projeto de bicicletas compartilhadas em Belo Horizonte. A avaliação é da superintendente de Desenvolvimento de Projetos e Educação da BHTrans, Eveline Trevisan. “As pessoas passaram a usar mais a bicicleta como meio de transporte e têm optado mais pelas dobráveis pela versatilidade que ela garante. O aumento é visível nas ruas”, afirma.

Hoje, a capital conta com malha cicloviária de 70 quilômetros e a meta é chegar aos 100 quilômetros até o fim do ano, por meio do programa Pedala BH. Segundo a superintendente, a Prefeitura de Belo Horizonte firmará contrato em breve para construir mais 150 quilômetros de ciclovias integradas a redes de transporte. “O financiamento impõe a condição de que as rotas estejam junto a outros modais, para facilitar os deslocamentos”, diz.

Por sua vez, o sistema de bicicletas compartilhadas conta, atualmente, com 29 estações e 290 bikes, localizadas na Orla da Pampulha e na Região Centro-Sul (consulte endereços em www.mobilicidade.com.br/bikebh). O projeto prevê a implantação de 40 estações, em que estarão disponíveis 400 bicicletas, até o fim do ano.

Melhorias Apesar dos avanços, quem pedala em Belo Horizonte cobra mais agilidade na implantação das rotas cicloviárias. Para o psicanalista Samir Honorato, que passa pela Avenida Getúlio Vargas no caminho de casa para o trabalho, a via deveria ter um espaço reservado para as bikes. “São muitos os locais de trânsito intenso e rápido que deveriam ter pistas exclusivas, para que pudéssemos ter mais segurança”, defende. Para Samir, a delimitação de um espaço para as bicicletas incentiva o transporte.

Uma saída para o problema, especialmente em longas distâncias e trechos mais movimentados, é a integração com o transporte público, mais fácil com a bicicleta dobrável. Com as convencionais, os horários no ônibus estão limitados aos sábados (após as 14h), domingos e feriados. No metrô, a permissão é diária, mas após as 20h. “O BRT segue a mesma regra do ônibus, mas com a vantagem de ter um equipamento para acomodação de duas bicicletas nos veículos articulados”, diz Eveline Trevisan, da BHTrans. Segundo ela, a empresa tem recebido pedidos para ampliação do uso no Move, que estão em estudo.

Opções para pedalar

Compare as bicicletas urbanas

Dobrável
Largura (dobrada): 70 cm
Altura: 60 cm
Peso: 12 quilos
Guidon: 58 cm

Convencional
Largura: 1,70 m
Altura: 1m
Peso: 12 quilos
Guidon: 72 cm

Vantagens de usar a bicicleta
Veículo de baixo custo de aquisição e de manutenção
Não poluente
Silencioso
Flexível nos deslocamentos
Transporte saudável.

O programa Pedala BH
 Criado em 2005, faz parte do Plano de Mobilidade da capital, tendo em vista os benefícios do uso da bicicleta como meio de transporte. Hoje, há 70,4 quilômetros de ciclovias em BH, sem contar as do Parque Municipal. A meta é implantar 100 quilômetros de ciclovias até o fim do ano
 
Bike BH (bicicletas compartilhadas)
Tem por objetivo incentivar o uso da bicicleta em trajetos curtos, inclusive complementando viagens feitas por transporte público. No total, 29 estações e 290 bikes estão disponíveis na Orla da Pampulha e na Área Central, nos endereços: Savassi, Praça da Liberdade, Mercado Central, Praça Afonso Arinos e Praça Rui Barbosa e outros pontos (consulte localização em www.mobilicidade.com.br/bikebh). Meta até o fim do ano é chegar a 40 estações, com 400 bicicletas.
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2014/10/26/interna_brasil,538549/faceis-de-guardar-bicicletas-dobraveis-ja-sao-campeas-de-vendas-em-algumas-lojas-de-belo-horizonte.shtml

Subir o Kilimanjaro é a última excentricidade da Tinkoff-Saxo




A equipe de Alberto Contador e dos portugueses Bruno Pires e Sérgio Paulinho vai tentar subir, a pé à mais alta montanha africana.


Bjarne Riis, diretor desportivo da Tinkoff-Saxo, é conhecido no mundo do ciclismo pelas suas ideias peregrinas e Oleg Tinkov, dono da formação russa, tem a fama de lhes dar cobertura. E assim surgiu a última inovação: toda a equipa e respetivo staff vão subir, a pé, o Kilimanjaro, a montanha mais alta do continente africano, já a partir do próximo sábado.

A ação de team building vai reunir 80 ciclistas (a maioria nem pertence ao escalão principal) da formação de que fazem parte Alberto Contador e os portugueses Bruno Pires e Sérgio Paulinho, bem como o staff técnico e ainda dez guias locais, que ajudarão a comitiva a seguir montanha acima. E bem vão precisar, visto que o cume está a 5891 metros de altitude.

Ao DN, Bruno Pires sublinha tratar-se de "uma experiência inovadora" e destaca a ideia do diretor desportivo: "O Bjarne é pioneiro, sempre se ouviu falar das pré-temporadas diferentes que costuma organizar. E sempre com resultados positivos para os atletas e para as equipas."

http://www.dn.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=4204736

Novas estruturas esportivas beneficiarão atletas em São Paulo

Obras em Indaiatuba e Botucatu se encaixam no projeto do governo federal de ampliar Jogos do Rio 2016 para outros estados e regiões

por Portal BrasilPublicado27/10/2014 17h58Divulgação/Ministério do Esporte
Em Indaiatuba, o novo velódromo da cidade já teve a primeira etapa concluída
Em Indaiatuba, o novo velódromo da cidade já teve a primeira etapa concluída





Na última sexta-feira (24), o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, visitou duas cidades do interior de São Paulo, Indaiatuba e Botucatu. Ambas se encaixam no projeto do governo federal de levar o legado dos Jogos  Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro 2016 para outros estados e regiões.
Em Indaiatuba, Leyser visitou o novo velódromo da cidade, obra que já teve a primeira etapa – a pista – concluída e que recebeu pouco mais de R$ 5 milhões do governo federal.
Para a segunda fase do projeto, está prevista a construção do Centro de Formação de Atletas de Ciclismo, que engloba a arquibancada para cerca de cinco mil pessoas e o bloco das equipes, com boxes, banheiros, ambulatórios, sala de imprensa, administração, cozinha, despensa, refeitório e terraço.
Avanço
A previsão de entrega do Centro, que teve as obras iniciadas em junho deste ano, é de 15 meses. Quando concluído, o velódromo será o segundo do País com medidas oficiais e poderá receber competições internacionais.
“O ciclismo tem uma tradição muito grande aqui em Indaiatuba. É um legado dos Jogos, de recuperação da estrutura do Brasil em cada modalidade para que possamos criar o caminho do atleta, onde ele treina e se desenvolve até chegar à Seleção Brasileira”, afirmou Ricardo Leyser.

Um dos beneficiados pelo velódromo será Armando Camargo Filho, morador de Indaiatuba e membro da Seleção Brasileira de ciclismo. “Este projeto é uma referência nacional e veio em uma boa hora, vai agregar muito ao ciclismo”, afirmou o ciclista, que antes tinha que ir a outras cidades para treinar.

Até 2016, a expectativa do Ministério do Esporte é contar com quatro velódromos no mesmo modelo pelo País. Além de Indaiatuba e Maringá, há uma pista em fase de licitação em São José dos Pinhais (PR) e haverá ainda o velódromo do Rio de Janeiro, que será utilizado durante os Jogos Olímpicos.
Novos projetos
Ainda em Indaiatuba, Ricardo Leyser visitou um projeto inovador em fase de construção no Centro Esportivo do Trabalhador (CET). Trata-se de uma piscina olímpica de 50m, mas com apenas quatro raias. Segundo o secretário, o resultado será acompanhado de perto e poderá ser incorporado pelo Ministério do Esporte em outros projetos.

“Uma piscina olímpica é um equipamento caro, de mais de R$ 5 milhões e com manutenção cara. Então esta experiência da prefeitura de Indaiatuba, com recursos de emenda parlamentar, pode ser uma alternativa para os modelos futuros dos Centros de Iniciação ao Esporte (CIE)”, comentou Leyser.
Parcerias
Em Botucatu, Ricardo Leyser foi recebido pelo prefeito da cidade, João Cury Neto, para oficializar parceria de duas obras. A primeira delas é o ginásio com capacidade para 800 pessoas no novo Complexo Paradesportivo de Tecnologia e Inclusão Social.
O equipamento terá medidas oficiais (40 x 20m), recebe investimento de R$ 1,7 milhão do Ministério do Esporte e será destinado a modalidades paraolímpicas como basquete em cadeira de rodas e vôlei sentado.

O Complexo Paradesportivo, no Bairro Alto, está em fase final de obras e conta com duas piscinas (uma de 25 m e outra de hidroginástica), vestiários, sala de capacitação e de informática e área de convivência.
“O governo federal não costuma executar suas obras, ele precisa de parceiros, seja das prefeituras ou do governo dos estados. Quando a gente chega a Botucatu e encontra uma prefeitura e uma equipe tão dinâmicos, para nós é um ponto importante”, apontou Leyser.

Além do ginásio, Botucatu teve aprovado ainda outros projetos, como a construção do complexo esportivo Jardim Monte Mor, ainda em fase de elaboração. O equipamento terá investimento federal de R$ 4 milhões e contará com estruturas como uma pista de BMX e um campo de futebol, que terão repasse separados somando R$ 1,8 milhão.
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http://www.brasil.gov.br/esporte/2014/10/novas-estruturas-esportivas-beneficiarao-atletas-em-sao-paulo

Artesão constrói bicicleta de bambu e tenta recorde

Motivado pelo filho, ciclista vai percorrer cerca de 2.500 km até Salvador, na Bahia

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O atleta de SP passou por BH antes de seguir em direção à Bahia na busca de um recorde
PUBLICADO EM 28/10/14 - 04h00
Para tentar entrar no livro dos recordes, o Guinness Book, o artesão e atleta de Suzano, no interior de São Paulo, Mateus Nascimento, 46, está há nove dias na estrada em cima de uma bicicleta de bambu construída por ele. O objetivo de Nascimento é percorrer 2.500 km até Salvador, na Bahia, onde pretende chegar até dia 6 de novembro.

De passagem por Belo Horizonte, ontem, o ciclista contou que para cumprir o planejamento chega a pedalar 100 km por dia. “De Mairiporã até Extrema pedalei 12 horas seguidas”, disse.
Nascimento conta que a ideia partiu do filho adolescente. “Eu trabalho com artesanato há muito tempo. Fabrico móveis de bambu, e aí meu filho viu algumas imagens e me deu a ideia. Essa é a primeira que fabriquei, já tenho há dois anos e até agora não danificou nada”, conta.
Para construir o equipamento que pesa 10 kg, o artesão também utilizou peças reaproveitadas de outra bicicleta e levou cerca de quatro dias. “O bambu, além de sustentável, é bem resistente. Acredito que seja uma boa ideia porque a vida útil de uma bicicleta convencional não é muito longa, e o bambu é biodegradável”, argumenta Nascimento.
O atleta deixa a capital mineira hoje, mas passa ainda por outras 26 cidades no Estado, entre elas Itabira, Governador Valadares e Teófilo Otoni. “O carinho do povo mineiro é fora do comum, as pessoas são muito hospitaleiras”, diz.
http://www.otempo.com.br/interessa/artes%C3%A3o-constr%C3%B3i-bicicleta-de-bambu-e-tenta-recorde-1.938530

1° Desafio 100 Km de Ciclismo do Milhão / 2014


O Milhão confirma patrocínio e apoio lojístico para 0 1° Desafio 100 Km 2014




Aguardem informações!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Ciclovias e nova cultura fizeram Sydney duplicar ciclistas em 4 anos

ema:Biking
Autor: BBC
Data: 27/10/2014

O crescimento é vertiginoso. Londres - outra cidade onde a prática é comum - demorou dez anos para ver seu número de ciclistas triplicar. A implantação de uma cultura de ciclismo se deve a vários fatores. O primeiro deles foi a implantação de uma rede de 110 quilômetros de ciclovias, que combinam segurança e acesso às melhores paisagens da cidade. A rede começou no centro da cidade e aos poucos se expandiu para subúrbios como Alexandria e Pyrmont. Até 2030, o plano local é que a cidade tenha 200 quilômetros de ciclovias.

Há também mudanças comportamentais. Cafés especializados em ciclismo e o surgimento de lojas facilitaram o aumento no número de praticantes. A cidade também criou um festival especial dedicado ao ciclismo, com edições anuais. O deste ano teve mais de 20 eventos distintos - como mostras de arte inspiradas em bicicletas e filmes especiais sobre o tema. Até mesmo os "smoothies" - sucos de fruta - são produzidos usando batedeiras movidas a pedaladas. "Queremos que as pessoas tenham a experiência de Sydney sob duas rodas, sejam elas praticantes regulares ou amadoras", diz Fiona Campbell, que ocupa um cargo de diretora de ciclismo da cidade. No festival deste ano, foi organizado um passeio noturno ao longo de 2,5 quilômetros. Mark Ledbury é um dos moradores locais que há anos já vai para o trabalho de bicicleta. "A cultura de ciclismo está crescendo bastante porque estamos recebendo incentivos - com novas rotas, festivais e eventos, mais mapas disponíveis e toda a cultura que se espalhou pela internet", conta ele.

"As pessoas estão colocando seus passeios online e sugerindo boas rotas e outras dicas para ciclistas e quem usa o transporte público." David Donald, organizador da exposição de arte Cycle-O-Rama, conta que não usa a bicicleta apenas para ir de um ponto a outro. Ele modifica algumas de suas bicicletas e às expõe em vários lugares da cidade, para tentar promover a atividade. Desde que começou a andar de bicicleta, aos 17 anos, Donald já teve mais de cem bicicletas diferentes - mas nunca comprou um carro. Outro ponto importante em Sydney foi a educação das crianças. A cidade tem um centro especial chamado Sydney Park Cycling Centre. Nos finais de semana, crianças aprendem a andar de bicicleta.

Uma pista especial para o ensino foi construída no local e funciona desde 2003. Existe até mesmo simuladores de semáforo. Professores também ensinam as regras do trânsito e dão dicas de segurança às crianças. Hoje Sydney é uma cidade que já incorpora o ciclismo no seu crescimento e desenvolvimento diário.
http://360graus.terra.com.br/biking/default.asp?did=37246&action=news

Ciclismo ganha destaque durante Salão do Automóvel

Outubro 27, 2014

Considerada a maior feira automobilística da América Latina, o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, acontece no momento em que a mobilidade urbana é tema de discussões e polêmicas com os cerca de 200 km de ciclovia que fazem parte da cidade paulistana.
Com isso, entre os dias 30 de outubro e 9 de novembro, o mercado ciclístico ganha destaque na feira com a participação da Sense Bike no estande da ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico, no  Pavilhão do Anhembi.
Com uma recém-inaugurada fábrica em Manaus (AM), a empresa mineira desde 2009 oferece ao público brasileiro três modelos exclusivos de bicicletas elétricas e batalha pela impulsão e crescimento de políticas de mobilidade sustentável. “Demos um grande passo com a resolução que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou no final de 2013 categorizando as bicicletas elétricas e agora com a expansão das ciclovias em São Paulo. Nossa participação no Salão mostra que estão todos de olho nesse mercado e muitas coisas boas virão”, conta o executivo de vendas da empresa Sense Bike, Caio Ribeiro.
Com um conceito de facilitar a mobilidade urbana proporcionando conforto e bem estar, os produtos da Sense Electric Bike oferecem mais autonomia e maior potência e o conforto do sistema Pedal Assistido (Pedelec) faz com que o ciclista possa escolher a intensidade do auxílio nas pedaladas sendo uma alternativa saudável para seus usuários.
O 28º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo é palco para montadoras nacionais, estrangeiras e empresas do ramo automobilístico mostrarem as últimas novidades do setor, um dos mais importantes da economia brasileira. Tecnologia, sofisticação, beleza, funcionalidade, luxo e segurança - tudo isso pode ser apreciado no evento.
(Redação – Agência IN)
fonte:http://www.investimentosenoticias.com.br/noticias/salao-do-automovel-2014/ciclismo-ganha-destaque-durante-salao-do-automovel

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Ladrões de Bicicleta (Legendado) - Filme Completo





Sinopse Esta é a história de Antonio Ricci (Lamberto Maggiorani), um pai há dois anos desempregado e que aflito, procura nos labirintos das ruas de Roma, sua bicicleta roubada, seu único meio de sobrevivência. Sua esposa Maria (Lianella Carell) penhorou toda a roupa branca de linho da família para que ele pudesse recuperar sua bicicleta que estava penhorada e trabalhar colando cartazes de cinema por toda a cidade. Acompanhado por Bruno (Enzo Staiola) seu filho de 9 anos, ele inicia uma busca frenética para encontrar o ladrão e a bicicleta. Em seu caminho, encontram vários personagens bizarros e interessantes da cidade, um empresário, uma medium, um trabalhador de uma bicicleta com centenas de bicicletas, inclusive uma que foi repintada, um velho de um abrigo para mendigos, um jovem que provavelmente seja o ladrão, sua mãe protetora e seus agressivos vizinhos. Uma história tocante, um documento histórico, um balanço social e um grande clássico do movimento neo-realista do cinema italiano dirigido pelo mestre Vittorio Di Sica.

A ELIP é a primeira bicicleta sem rodas redondas e uma invenção portuguesa

Por Sara Sampaio
“Nas bicicletas normais o ritmo da pedalada é sempre igual" mas nesta "vai variando ao longo do percurso”, explica o inventor Jacinto Oliveira que, aos 73 anos, vê a sua criação sob os holofotes.
Durante o Festival Bike Portugal, que ocorreu entre os dias 17 a 19 de Outubro, em Santarém, foram diversos os produtos desta categoria em exposição, contudo destacou-se uma bicicleta em particular.
ELIP é uma bicicleta com rodas elípticas, ou seja, que não completam um círculo perfeito. A partir do momento em que esta bicicleta foi apresentada ao público pela primeira vez após três anos de desenvolvimento, o sucesso surpreendeu Jacinto Oliveira de 73 anos e gerente e técnico da Autoforensepela positiva.
A Autoforense, localizada em Ponte de Sôr, já existe há quinze anos, contudo o negócio debruça-se maioritariamente sobre a indústria automóvel. Ainda assim, durante cerca de três anos de investigação e trabalho, o projecto de criar uma bicicleta com rodas diferentes do habitual impôs-se como um objectivo que a empresa esteve determinada a cumprir.
A ideia surgiu há alguns anos fruto de uma questão paradigmática. “A roda foi inventada há milhões de anos e foi desde sempre redonda. Perguntei-me se a mesma seria sempre redonda, ou se não haveria outra hipótese”, explicou-nos Jacinto. 
Esta bicicleta permite aos seus ciclistas uma experiência de condução semelhante à fornecida pelas bicicletas comuns. Contudo a excentricidade do movimento é corrigida graças à nova tecnologia patenteada da Autoforense.
Jacinto referiu que “nas bicicletas normais o ritmo da pedalada é sempre igual; já nesta o ritmo da pedalada vai variando ao longo do percurso”. Segundo o gerente da Autoforense, a variedade do ritmo da pedalada contribui para uma redução da fadiga muscular, devido ao esforço variado que ora vai aumentando ou diminuindo.
As vantagens
Além dessa característica, a ELIP permite ao ciclista um maior controle sobre as rodas da frente e as rodas de trás. Estas partes da bicicleta, devido à sua forma, têm uma maior aderência ao terreno.
Jacinto acredita que, devido a essa mesma característica, a roda elítptica poderá ter interesse em áreas que não aquelas relativas às bicicletas, tais como máquinas agrícolas e equipamentos militares. Contudo o projecto escolheu debruçar-se sobre as bicicletas porque eram "um meio que estava ao alcance para demonstrar a eficiência destas rodas".
“É uma bicicleta de baixa velocidade, serve como bicicleta de corrida, de passeio, para ir para o emprego, etc. Esta bicicleta, ainda assim, tem um comportamento igual às outras”, expôs-nos Jacinto, sumariando a sua invenção.
Este projecto contou com o co-financiamento da parte do INALENTEJO do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), através do FEDER (Fundo Social de Desenvolvimento Regional). Teve ainda o apoio científico e tecnológico do LINE.IPT (Laboratório de Inovação Industrial e Empresarial do Instituto Politécnico de Tomar).
http://fugas.publico.pt/Noticias/340678_a-elip-e-a-primeira-bicicleta-sem-rodas-redondas-e-uma-invencao-portuguesa

Guia de Desenho Urbano de Ciclovias: Conselhos da organização NACTO para um ciclismo urbano eficiente e seguro



A experiência das cidades que se destacam por sua cultura ciclista, como Amsterdã, Berlim e Copenhague, juntamente com Boston, Portland e Nova Iorque, entre outras, serviu de modelo para a NACTO (National Associatian of City Transportation Officials) elaborar o Guia de Desenho Urbano de Ciclovias.
Esse é um documento que procura guiar as cidades que estão consolidando o uso da bicicleta como meio de transporte através de uma série de conselhos de desenho urbano que pretendem fazer do ciclismo urbano uma experiência eficiente e segura.
Os conselhos se apresentam em seis categorias diferentes: Bulevares para Bicicletas, Ciclofaixas, Ciclovias, Intersecções, Semáforos para Ciclistas e, por fim, Sinalizações.
Sabia, a seguir, em que consiste cada uma dessas categorias.
NACTO é uma organização que incorpora 16 cidades americanas, entre elas Boston, Chicago, Nova Iorque, San Francisco e Washington. Desde sua criação, em 1996, a organização se propôs a melhorar o transporte urbano e o desenho das ruas através de inovações concebidas com foco nos cidadãos.
Por este motivo, na elaboração do Guia de Ciclovias, participaram aqueles que seriam os principais usuários dessas novas vias, os ciclistas, juntamente com acadêmicos, engenheiros de tráfego e urbanistas.
CATEGORIAS
1. BULEVARES PARA BICICLETAS
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Ruas por onde circulam poucos veículos, que possuem sinalização na pavimentação indicando a presença de ciclistas, que possuem ciclovias, entre outros elementos, são consideradas no guia como Bulevares para Bicicletas.
Sua implementação não beneficia apenas os ciclistas, mas também os pedestres, pois constituem ruas mais tranquilas. Para que isso seja possível, NACTO considera que estes lugares devem contar com as seguintes características de desenho:
- Planejamento de rotas: As ruas que conformam os bulevares devem ser continuas e diretas e com pouco movimento.
- Sinalizações na pavimentação: As sinalizações indicadas nas calçadas devem ser fáceis de encontrar e seguir. A organização esclarece que não é porque essas marcações estão presentes na via que é possível considera-la um bulevar para bicicletas; essa classificação requer mais elementos.
- Controle de Velocidade: As faixas de pedestre devem ser mantidas na altura das calçadas, obrigando os motoristas a reduzirem a velocidade nas esquinas.
- Controle de volumes: A construção de bulevares de bicicletas tem como objetivo desincentivar o uso do automóvel. Por isso, recomenda-se implementar esse tipo de via em regiões onde transitam em média 1.500 veículos por dia (VPD), com um máximo de 3.000 VPD.
- Menor número de cruzamentos: Uma das características dos bulevares são as intersecções com ruas de baixo tráfego. Nelas, por questões de segurança, os ciclistas têm prioridade em relação aos automobilistas. Contudo, a NACTO considera que a quantidade adequada de cruzamentos em um bulevar seria a cada um quilômetro e meio.
- Cruzamentos em ruas principais: Nas intersecções em grandes avenidas, recomenda-se que as ciclovias tenham barreiras que ajudem a proteger os ciclistas, onde sejam criadas ilhas de refúgio com sinalização adequada que indique a presença de ciclistas nas faixas de pedestre.
- Intersecções de compensação: Quando os ciclistas precisam mudar de rua e, por isso, atravessá-la em sentido contrário, os cruzamentos na maioria das vezes não estão demarcados no solo. Por isso, o guia propõe sinalizar os cruzamentos demostrando que está permitido que os ciclistas mudem de direção.
- Infraestrutura verde: Os bulevares são uma boa opção para construir ilhas de refúgio com vegetação. Dessa maneira, elas ajudam a criar um entorno mais agradável e a reduzir as velocidades, tanto dos automóveis, quanto dos ciclistas.
2. CICLOFAIXAS
A organização define as ciclofaixas como parte de um caminho que foi designado através de sinalizações no solo, para o uso exclusivo de ciclistas. Mesmo a ciclofaixa não possuindo separações físicas com as vias para os automóveis, o ideal é que os ciclistas não fiquem expostos a tantos cruzamentos.
Enquanto as ciclofaixas devem ser construídas no lado direito e no mesmo sentido que o transito dos veículos, a NACTO considera que é possível construí-las em sentido contrário ao trafego, contanto que a rua cumpra certos requisitos. Os quatro tipos de ciclofaixa que a NACTO propõe são:
- Ciclofaixas convencionais: Correspondem a vias exclusivas para bicicletas, construídas no lado direito da via, adjacente a uma calçada, seguindo o sentido do trafego dos veículos. O espaço está designado através de uma pintura na pavimentação e sinalizações ao longo dessa via exclusiva.
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- Ciclofaixa convencional com zona de amortecimento: O que diferencia essa ciclofaixa da anterior é o fato de que, entre a pista de veículos e a destinada às bicicletas, há um espaço de separação que faz com que o motorista ganhe tempo caso ocorra algum imprevisto.
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- Ciclofaixas “contra o trânsito”: Este tipo de ciclofaixa é quase uma exceção. Por isso, somente é possível ser implantada nas ruas onde os veículos circulam em um só sentido, com baixo fluxo e que permitem unir uma rede de ciclofaixas já existente, tirando proveito do fato de que os motoristas já estão acostumados a ver ciclistas no bairro. Nesses casos, a separação das vias deve ser feita com uma linha central de cor amarela.
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- Ciclofaixas na pista da esquerda: Possuem as mesmas características das convencionais, porém, estão situadas no lado esquerdo das ruas que possuem muitos cruzamentos ou estacionamentos à direita, apresentando assim, riscos de “dooring”, ou seja, quando os automobilistas abrem a porta e ferem um ciclista.
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3. CICLOVIAS
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De acordo com o guia, as ciclovias são aquelas pistas para bicicletas que combinam a experiência de andar pela calçada, porém, em uma via diferenciada e separada fisicamente da pits dos automóveis. Estas podem ser unidirecionais ou bidirecionais, estar no nível da calçada ou pouco abaixo. A ciclovia possui pavimentação de cor diferente do restante nos lugares onde os automóveis podem atravessar, como nas entradas dos estacionamentos e nas esquinas.
A separação física entre os ciclistas e automóveis pode ser feita através de obstáculos, uma fila de estacionamentos para veículos, canteiros, etc.
4. INTERSECÇÕES
O objetivo dos cruzamentos é reduzir os conflitos entre os diferentes usuários do espaço público. Uma maneira de conseguir isso é melhorando as condições de visibilidade entre pedestres, ciclistas e automobilistas sem a necessidade de instalar outras infraestruturas.
Para isso, propõem-se a construção de Bike Boxes, que consistem em áreas de espera reservadas somente para os ciclistas que estão próximos às faixas de pedestre, a pintura intercalada na trajetória de uma ciclovia no cruzamento e a construção de ilhas de refúgio que possam ser utilizadas para atravessar as ruas.
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Também se considera a criação de áreas de espera e de conversão no meio das ruas que possuem canteiros centrais dividindo o tráfego e, por fim, a criação de ciclovias de duas faixas, para que a mais próxima dos automóveis sirva para continuar o percurso, enquanto que a mais próxima à rua se destine à conversão.
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5. SEMÁFOROS DESTINADOS ÀS BICICLETAS
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Um cruzamento que possui semáforos destinados às bicicletas e luzes intermitentes pode reduzir a ansiedade e com isso evitar manobras imprevistas. Assim, o guia promove a instalação desses semáforos, a fim de aumentar a segurança e restringir os movimentos inesperados dos pedestres e demais condutores.
6. SINALIZAÇÕES E MARCAÇÕES
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Nessa categoria estão incluídas as sinalizações de regulamentação que informam os ciclistas sobre o que será apresentado pelo caminho, devendo ser facilmente compreensíveis pelos demais usuários do espaço público. Dentro das sinalizações estão aquelas que advertem e indicam rotas, já as marcações podem ser pintadas no piso e especificam uma área de espera.
Mais informação: Guia de Desenho Urbano de Ciclovias. Imagens via NACTO.
Via Plataforma Urbana. Tradução Camilla Ghisleni, ArchDaily Brasil.ojetos Selecionados
Cita:Constanza Martínez Gaete. "Guia de Desenho Urbano de Ciclovias: Conselhos da organização NACTO para um ciclismo urbano eficiente e seguro" 23 Oct 2014. ArchDaily Brasil. Acessado 24 Out 2014.