sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Ladrões de Bicicleta (Legendado) - Filme Completo





Sinopse Esta é a história de Antonio Ricci (Lamberto Maggiorani), um pai há dois anos desempregado e que aflito, procura nos labirintos das ruas de Roma, sua bicicleta roubada, seu único meio de sobrevivência. Sua esposa Maria (Lianella Carell) penhorou toda a roupa branca de linho da família para que ele pudesse recuperar sua bicicleta que estava penhorada e trabalhar colando cartazes de cinema por toda a cidade. Acompanhado por Bruno (Enzo Staiola) seu filho de 9 anos, ele inicia uma busca frenética para encontrar o ladrão e a bicicleta. Em seu caminho, encontram vários personagens bizarros e interessantes da cidade, um empresário, uma medium, um trabalhador de uma bicicleta com centenas de bicicletas, inclusive uma que foi repintada, um velho de um abrigo para mendigos, um jovem que provavelmente seja o ladrão, sua mãe protetora e seus agressivos vizinhos. Uma história tocante, um documento histórico, um balanço social e um grande clássico do movimento neo-realista do cinema italiano dirigido pelo mestre Vittorio Di Sica.

A ELIP é a primeira bicicleta sem rodas redondas e uma invenção portuguesa

Por Sara Sampaio
“Nas bicicletas normais o ritmo da pedalada é sempre igual" mas nesta "vai variando ao longo do percurso”, explica o inventor Jacinto Oliveira que, aos 73 anos, vê a sua criação sob os holofotes.
Durante o Festival Bike Portugal, que ocorreu entre os dias 17 a 19 de Outubro, em Santarém, foram diversos os produtos desta categoria em exposição, contudo destacou-se uma bicicleta em particular.
ELIP é uma bicicleta com rodas elípticas, ou seja, que não completam um círculo perfeito. A partir do momento em que esta bicicleta foi apresentada ao público pela primeira vez após três anos de desenvolvimento, o sucesso surpreendeu Jacinto Oliveira de 73 anos e gerente e técnico da Autoforensepela positiva.
A Autoforense, localizada em Ponte de Sôr, já existe há quinze anos, contudo o negócio debruça-se maioritariamente sobre a indústria automóvel. Ainda assim, durante cerca de três anos de investigação e trabalho, o projecto de criar uma bicicleta com rodas diferentes do habitual impôs-se como um objectivo que a empresa esteve determinada a cumprir.
A ideia surgiu há alguns anos fruto de uma questão paradigmática. “A roda foi inventada há milhões de anos e foi desde sempre redonda. Perguntei-me se a mesma seria sempre redonda, ou se não haveria outra hipótese”, explicou-nos Jacinto. 
Esta bicicleta permite aos seus ciclistas uma experiência de condução semelhante à fornecida pelas bicicletas comuns. Contudo a excentricidade do movimento é corrigida graças à nova tecnologia patenteada da Autoforense.
Jacinto referiu que “nas bicicletas normais o ritmo da pedalada é sempre igual; já nesta o ritmo da pedalada vai variando ao longo do percurso”. Segundo o gerente da Autoforense, a variedade do ritmo da pedalada contribui para uma redução da fadiga muscular, devido ao esforço variado que ora vai aumentando ou diminuindo.
As vantagens
Além dessa característica, a ELIP permite ao ciclista um maior controle sobre as rodas da frente e as rodas de trás. Estas partes da bicicleta, devido à sua forma, têm uma maior aderência ao terreno.
Jacinto acredita que, devido a essa mesma característica, a roda elítptica poderá ter interesse em áreas que não aquelas relativas às bicicletas, tais como máquinas agrícolas e equipamentos militares. Contudo o projecto escolheu debruçar-se sobre as bicicletas porque eram "um meio que estava ao alcance para demonstrar a eficiência destas rodas".
“É uma bicicleta de baixa velocidade, serve como bicicleta de corrida, de passeio, para ir para o emprego, etc. Esta bicicleta, ainda assim, tem um comportamento igual às outras”, expôs-nos Jacinto, sumariando a sua invenção.
Este projecto contou com o co-financiamento da parte do INALENTEJO do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional), através do FEDER (Fundo Social de Desenvolvimento Regional). Teve ainda o apoio científico e tecnológico do LINE.IPT (Laboratório de Inovação Industrial e Empresarial do Instituto Politécnico de Tomar).
http://fugas.publico.pt/Noticias/340678_a-elip-e-a-primeira-bicicleta-sem-rodas-redondas-e-uma-invencao-portuguesa

Guia de Desenho Urbano de Ciclovias: Conselhos da organização NACTO para um ciclismo urbano eficiente e seguro



A experiência das cidades que se destacam por sua cultura ciclista, como Amsterdã, Berlim e Copenhague, juntamente com Boston, Portland e Nova Iorque, entre outras, serviu de modelo para a NACTO (National Associatian of City Transportation Officials) elaborar o Guia de Desenho Urbano de Ciclovias.
Esse é um documento que procura guiar as cidades que estão consolidando o uso da bicicleta como meio de transporte através de uma série de conselhos de desenho urbano que pretendem fazer do ciclismo urbano uma experiência eficiente e segura.
Os conselhos se apresentam em seis categorias diferentes: Bulevares para Bicicletas, Ciclofaixas, Ciclovias, Intersecções, Semáforos para Ciclistas e, por fim, Sinalizações.
Sabia, a seguir, em que consiste cada uma dessas categorias.
NACTO é uma organização que incorpora 16 cidades americanas, entre elas Boston, Chicago, Nova Iorque, San Francisco e Washington. Desde sua criação, em 1996, a organização se propôs a melhorar o transporte urbano e o desenho das ruas através de inovações concebidas com foco nos cidadãos.
Por este motivo, na elaboração do Guia de Ciclovias, participaram aqueles que seriam os principais usuários dessas novas vias, os ciclistas, juntamente com acadêmicos, engenheiros de tráfego e urbanistas.
CATEGORIAS
1. BULEVARES PARA BICICLETAS
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Ruas por onde circulam poucos veículos, que possuem sinalização na pavimentação indicando a presença de ciclistas, que possuem ciclovias, entre outros elementos, são consideradas no guia como Bulevares para Bicicletas.
Sua implementação não beneficia apenas os ciclistas, mas também os pedestres, pois constituem ruas mais tranquilas. Para que isso seja possível, NACTO considera que estes lugares devem contar com as seguintes características de desenho:
- Planejamento de rotas: As ruas que conformam os bulevares devem ser continuas e diretas e com pouco movimento.
- Sinalizações na pavimentação: As sinalizações indicadas nas calçadas devem ser fáceis de encontrar e seguir. A organização esclarece que não é porque essas marcações estão presentes na via que é possível considera-la um bulevar para bicicletas; essa classificação requer mais elementos.
- Controle de Velocidade: As faixas de pedestre devem ser mantidas na altura das calçadas, obrigando os motoristas a reduzirem a velocidade nas esquinas.
- Controle de volumes: A construção de bulevares de bicicletas tem como objetivo desincentivar o uso do automóvel. Por isso, recomenda-se implementar esse tipo de via em regiões onde transitam em média 1.500 veículos por dia (VPD), com um máximo de 3.000 VPD.
- Menor número de cruzamentos: Uma das características dos bulevares são as intersecções com ruas de baixo tráfego. Nelas, por questões de segurança, os ciclistas têm prioridade em relação aos automobilistas. Contudo, a NACTO considera que a quantidade adequada de cruzamentos em um bulevar seria a cada um quilômetro e meio.
- Cruzamentos em ruas principais: Nas intersecções em grandes avenidas, recomenda-se que as ciclovias tenham barreiras que ajudem a proteger os ciclistas, onde sejam criadas ilhas de refúgio com sinalização adequada que indique a presença de ciclistas nas faixas de pedestre.
- Intersecções de compensação: Quando os ciclistas precisam mudar de rua e, por isso, atravessá-la em sentido contrário, os cruzamentos na maioria das vezes não estão demarcados no solo. Por isso, o guia propõe sinalizar os cruzamentos demostrando que está permitido que os ciclistas mudem de direção.
- Infraestrutura verde: Os bulevares são uma boa opção para construir ilhas de refúgio com vegetação. Dessa maneira, elas ajudam a criar um entorno mais agradável e a reduzir as velocidades, tanto dos automóveis, quanto dos ciclistas.
2. CICLOFAIXAS
A organização define as ciclofaixas como parte de um caminho que foi designado através de sinalizações no solo, para o uso exclusivo de ciclistas. Mesmo a ciclofaixa não possuindo separações físicas com as vias para os automóveis, o ideal é que os ciclistas não fiquem expostos a tantos cruzamentos.
Enquanto as ciclofaixas devem ser construídas no lado direito e no mesmo sentido que o transito dos veículos, a NACTO considera que é possível construí-las em sentido contrário ao trafego, contanto que a rua cumpra certos requisitos. Os quatro tipos de ciclofaixa que a NACTO propõe são:
- Ciclofaixas convencionais: Correspondem a vias exclusivas para bicicletas, construídas no lado direito da via, adjacente a uma calçada, seguindo o sentido do trafego dos veículos. O espaço está designado através de uma pintura na pavimentação e sinalizações ao longo dessa via exclusiva.
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- Ciclofaixa convencional com zona de amortecimento: O que diferencia essa ciclofaixa da anterior é o fato de que, entre a pista de veículos e a destinada às bicicletas, há um espaço de separação que faz com que o motorista ganhe tempo caso ocorra algum imprevisto.
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- Ciclofaixas “contra o trânsito”: Este tipo de ciclofaixa é quase uma exceção. Por isso, somente é possível ser implantada nas ruas onde os veículos circulam em um só sentido, com baixo fluxo e que permitem unir uma rede de ciclofaixas já existente, tirando proveito do fato de que os motoristas já estão acostumados a ver ciclistas no bairro. Nesses casos, a separação das vias deve ser feita com uma linha central de cor amarela.
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- Ciclofaixas na pista da esquerda: Possuem as mesmas características das convencionais, porém, estão situadas no lado esquerdo das ruas que possuem muitos cruzamentos ou estacionamentos à direita, apresentando assim, riscos de “dooring”, ou seja, quando os automobilistas abrem a porta e ferem um ciclista.
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3. CICLOVIAS
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De acordo com o guia, as ciclovias são aquelas pistas para bicicletas que combinam a experiência de andar pela calçada, porém, em uma via diferenciada e separada fisicamente da pits dos automóveis. Estas podem ser unidirecionais ou bidirecionais, estar no nível da calçada ou pouco abaixo. A ciclovia possui pavimentação de cor diferente do restante nos lugares onde os automóveis podem atravessar, como nas entradas dos estacionamentos e nas esquinas.
A separação física entre os ciclistas e automóveis pode ser feita através de obstáculos, uma fila de estacionamentos para veículos, canteiros, etc.
4. INTERSECÇÕES
O objetivo dos cruzamentos é reduzir os conflitos entre os diferentes usuários do espaço público. Uma maneira de conseguir isso é melhorando as condições de visibilidade entre pedestres, ciclistas e automobilistas sem a necessidade de instalar outras infraestruturas.
Para isso, propõem-se a construção de Bike Boxes, que consistem em áreas de espera reservadas somente para os ciclistas que estão próximos às faixas de pedestre, a pintura intercalada na trajetória de uma ciclovia no cruzamento e a construção de ilhas de refúgio que possam ser utilizadas para atravessar as ruas.
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Também se considera a criação de áreas de espera e de conversão no meio das ruas que possuem canteiros centrais dividindo o tráfego e, por fim, a criação de ciclovias de duas faixas, para que a mais próxima dos automóveis sirva para continuar o percurso, enquanto que a mais próxima à rua se destine à conversão.
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5. SEMÁFOROS DESTINADOS ÀS BICICLETAS
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Um cruzamento que possui semáforos destinados às bicicletas e luzes intermitentes pode reduzir a ansiedade e com isso evitar manobras imprevistas. Assim, o guia promove a instalação desses semáforos, a fim de aumentar a segurança e restringir os movimentos inesperados dos pedestres e demais condutores.
6. SINALIZAÇÕES E MARCAÇÕES
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Nessa categoria estão incluídas as sinalizações de regulamentação que informam os ciclistas sobre o que será apresentado pelo caminho, devendo ser facilmente compreensíveis pelos demais usuários do espaço público. Dentro das sinalizações estão aquelas que advertem e indicam rotas, já as marcações podem ser pintadas no piso e especificam uma área de espera.
Mais informação: Guia de Desenho Urbano de Ciclovias. Imagens via NACTO.
Via Plataforma Urbana. Tradução Camilla Ghisleni, ArchDaily Brasil.ojetos Selecionados
Cita:Constanza Martínez Gaete. "Guia de Desenho Urbano de Ciclovias: Conselhos da organização NACTO para um ciclismo urbano eficiente e seguro" 23 Oct 2014. ArchDaily Brasil. Acessado 24 Out 2014.

Matthias Brändle vai tentar bater recorde da hora


por João Ruela, com Lusa

O ciclista austríaco vai tentar bater a marca do alemão Jens Voigt - 51,115 quilómetros -, fixada em setembro.


A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou nesta quinta-feira que o austríaco Matthias Brändle vai tentar bater o recorde da hora em pista a 30 de outubro, nas instalações do organismo, em Aigle, na Suíça.

Brändle, corredor, de 25 anos, da equipa Iam Cycling , tentará melhorar a marca de 51,115 quilómetros, estabelecida a 18 de setembro pelo alemão Jens Voigt, no velódromo suíço de Grenchen, no dia em que abandonou a carreira.

Voigt conseguiu então superar a marca do checo Ondrej Sosenka, que em 2005 realizou 49,700 quilómetros.

Quanto a Matthias Brändle, é o campeão austríaco de contrarrelógio, um título que ostentou em várias categorias em 2013, 2009 e 2004.

"Estou 100 por cento focado neste projeto, o qual me diz muito. Decidi tentar a minha sorte porque sou um adepto de Jens Voigt desde criança. A sua personalidade e estilo marcaram-me", justificou Brändle em relação ao atual recordista.

http://www.dn.pt/desporto/outrasmodalidades/interior.aspx?content_id=4196939&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+DN-Desporto+(DN+-+Desporto)

Ciclista Claudio Clarindo aposta em financiamento coletivo rumo ao RAAM

Com o sistema Crowdfunding, atleta de Santos busca arrecadar R$ 77 mil para custear itens da Race Across America, entre elas, a inscrição e passagens aéreas

Por Santos, SPCiclismo Claudio Clarindo na Raam (Foto: divulgação)Claudio Clarindo em uma das edições da Raam (Foto: Divulgação)
Ele sempre realizou os seus desafios de forma individual, mas agora a ideia é completar o novo projeto com ajuda coletiva. O ciclista Claudio Clarindo está lançando uma campanha de financiamento coletivo, o chamado Crowdfunding, para viabilizar a sua quinta participação na RAAM, a Race Across America. A prova será realizada em 2015 e o atleta santista, que é dono da melhor marca na prova tem de pedalar ininterruptamente por quase cinco mil quilômetros, atravessando os Estados Unidos de costa a costa.  
A iniciativa vem sendo muito usada em vários países e ganhando força no Brasil. Para captar recursos, as pessoas colaboram, doando quantias em dinheiro e, como recompensa, podem adquirir algum item do projeto. No caso de Clarindo, os fãs podem adquirir squeezes a ter seu nome estampado no carro de apoio, que o acompanhará na disputa. Os prêmios dependem dos valor contribuído. Para colaborar, o interessado deve acessar a plataforma online de crowdfunding O Pote, no linkhttp://www.opote.com.br/claudio-clarindo-clr-na-raam-2015/recompensas
O Projeto Claudio Clarindo CLR na RAAM 2015 pretende arrecadar R$ 77 mil para custear a inscrição (valor estimado em R$ 10 mil), dez passagens aéreas para a equipe de apoio, aluguel de motorhome, minivan de apoio, mais de 4 mil litros de gasolina, entre outros gastos. 
- É comum que na RAAM, os ciclistas levantem uma bandeira de auxílio a alguma instituição, evidenciando uma causa. A minha será a APAE Santos e doarei 15% da arrecadação - diz o ciclista.
Além de completar o percurso, Clarindo tem a meta de estar entre os cinco melhores do mundo na categoria solo. A prova é apontada como a mais difícil do Mundo, tem em seu trajeto todos os tipos de adversidades, como deserto, altas montanhas de até 14 mil pés, entre outras adversidades.
http://globoesporte.globo.com/sp/santos-e-regiao/noticia/2014/10/ciclista-claudio-clarindo-aposta-em-financiamento-coletivo-rumo-ao-raam.html

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

[BH em Ciclo] Debate em Ciclo, 23/10/14

Prezad@s associad@s,

Nesta quinta-feira, dia 23/10, à partir das 19h, acontecerá o Debate em Ciclo - uma roda de conversa em que diferentes assuntos relacionados à bicicleta entram em pauta.
O tema desse encontro é "Algumas experiências do Rio e Nova York com Mobilidade Urbana", e será puxado pelo Augusto, membro da BH em Ciclo que esteve no 4º biciRio - Fórum Internacional da Mobilidade por Bicicleta e vai compartilhar o que aprendeu por lá.

O debate será na Casa do Jornalista (Av. Álvares Cabral, 400) e a entrada é livre. O local possui um bicicletário, basta levar um cadeado prórprio. Esperamos vocês! Convidem amigas e amigos =)

Mais informações na página do evento: http://a.bhemciclo.org/1t8sRl5
Um abraço,
--
BH em Ciclo - Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte
bhemciclo.org
@bhemciclo

Ação entre amigos

Olá amigos boa tarde.

Acho que muitos já tem conhecimento de que no final do mês de setembro tive a casa invadida por marginais que me roubaram muitas coisas dentre elas uma de minhas ferramentas de trabalho, uma mountain bike Merida, após o ocorrido o amigo Felipe Avelar teve a iniciativa de fazer uma rifa tendo como prêmio uma bicicleta mountain bike 18 marchas para tentarmos arrecadar fundos e assim adquirir outra bike.
Este e-mail é para divulgar esta ação entre amigos (veja imagem em anexo).
Caso alguém tenha interesse em ajudar a rifa está sendo vendida por R$ 10,00 nos seguintes pontos.
Loja Bike Shop Avelar Drumond - Rua Beijamin Constant 183.
Loja Import Bike - Rua Afonso Pena 222
Studio Personal Renan Arnoni - Rua Doutor Henrique de Abreu Políbio Rezende  
Se preferirem podem entrar em contato diretamente comigo via e-mail e ou por telefone 31 86770602.
Informações sobre o roubo aqui
Obrigado pela atenção.
Ernani de Souza