terça-feira, 26 de agosto de 2014

Azares de ciclista em dia de chuva

 Um camioneiro polaco filmou na semana passada um acidente que revela o lado menos bom de uma atividade saudável. Num dia de chuva em Varsóvia, um jovem passava pelo caminhão de Michal Zielony numa bicicleta, quando, sem aviso, caiu de cabeça numa poça (veja o vídeo: Azares de ciclista em dia de chuva). 
Aparentemente, a bicicleta bateu num buraco que a água não permitia ver. O acidente filmado dói só de olhar...

Designer canadense cria bicicletas para homenagear Michael Jordan

Tomislav Zvonarić, de Vancouver pensou em diversos detalhes relacionados ao mito americano do basquete na confecção dos modelos, nem um pouco discretos

Por Vancouver, Canadá
O designer Tomislav Zvonarić, de Vancouver, no Canadá, criou um modelo de bicicleta inspirado no gênio do basquete Michael Jordan. Os modelos têm diversas alusões ao americano, o maior atleta da história de seu esporte.
Nos modelos apresentados na rede social Pinterest, Tomislav mostra diversas cores e combinações da magrela que homenageia o craque. No projeto, ela tem quadro 23 de carbono, dock para smartphone, guidão modelo chifres de touro e rodas com o logotipo do Jump Man.
Bicicleta criada por Pinterest para homenagear o Michael Jordan (Foto: Divulgação )Bicicleta criada por designer canadense para homenagear Michael Jordan (Foto: Divulgação )
Bicicleta criada por Pinterest para homenagear o Michael Jordan (Foto: Divulgação )Outro modelo, em diferentes tons de azul (Foto: Divulgação )


Bicicleta criada por Pinterest para homenagear o Michael Jordan (Foto: Divulgação )Dourado dá o tom no modelo acima (Foto: Divulgação )fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/noticia/2014/08/designer-canadense-cria-bicicletas-para-homenagear-michael-jordan.html

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Informativo Pedal do Frango/LMC - Eventos agosto, setembro e outubro

Boa tarde, amigos.

Todas as informações dos eventos abaixo estão no link: http://ligamineiradeciclismo.blogspot.com.br/
Leia sempre o regulamento antes de se inscrever. 
Conto sempre com vocês.
Abraços!

2° Média 35 km Solidário - 28 / Agosto / 2014


Bicicletas públicas se tornam virais na China

Ásia já está superando as cidades europeias que foram o berço do fenômeno

Flavia Krause-Jackson, da 
Natalie Behring-Chisholm/Getty Images
Chineses andam de bicicleta em avenida de Pequim
Chineses andam de bicicleta em avenida de Pequim
Nova York - No verão de 1965, um grupo de autodenominados anarquistas pintou 50 bicicletasde branco e as estacionou no centro de Amsterdã.
“Queríamos salvar a cidade”, disse Luud Schimmelpennink, 79, inventor do “Plano de Bicicletas Brancas”, como membro do movimento antiestablishment Provo. “A ideia era que com bicicletas grátis e sem cadeados, as pessoas deixassem de usar o carro”.
Embora o plano tenha dado errado – as bicicletas foram confiscadas pela polícia – ele ofereceu um relance do futuro. Esse ato brincalhão de rebeldia virou a norma.
E com o boom das bicicletas públicas ainda transitando a sua primeira década de existência, a Ásia já está superando as cidades europeias que foram o berço do fenômeno.
Hangzhou e Wuhan na China são as líderes mundiais; as megacidades da Índia estão tendo problemas para decolarem; os EUA estão correndo atrás; a África não existe.
Desde a plana Astana, no Casaquistão, a Quito, no Equador, a uma altura de quase 3.200 metros, agora existe um programa de bicicletas públicas em mais de 600 cidades em 52 países, segundo Russell Meddin, que mantém e atualiza The Bike-Sharing World Map, um site que pesquisa os planos de ciclismo no mundo inteiro.
O apaixonado pelo ciclismo da Filadélfia, que testou programas na China, na Europa e na América do Norte, disse que 68 programas novos foram lançados neste ano – a um ritmo de dois por semana.
Ao colocar milhões de ciclistas nas estradas, as bicicletas públicas estão reformando o design das cidades conectando o trânsito em massa, retirando carros dos centros e criando infraestrutura nova.
Nova York construiu 480 quilômetros de ciclovias enquanto os ciclistas dinamarqueses têm sua própria rodovia que liga Copenhague aos subúrbios.
Transformação urbana
Com uma rede 20.600 bicicletas a cada 300 metros, Paris serviu de modelo para Londres, Nova York e outras. Então, como agora, a ideia é simples.
Você recebe uma chave ou conjunto de códigos para destravar uma bicicleta de uma das muitas estações espalhadas pela cidade. Em geral, os primeiros 30 a 60 minutos são de graça.
Após uma viagem, você estaciona na plataforma de tranca automática no destino ou perto deste. Normalmente é cobrada uma taxa por participar – Londres cobra 90 libras esterlinas (US$ 150) por ano ou 2 libras por 24 horas, porém Buenos Aires não cobra nada.
À medida que a mania varreu o leste, a China passou a dominar e a Índia estagnou.
Big Bang
Em sete anos, o país mais populoso do mundo passou de não ter bicicletas públicas a contar com 650.000, muito maior que a frota de 47.000 da França. Neste ano, a China ultrapassou a Itália – cujo próprio sistema em Roma é um estudo de caso do que não deve ser feito – como o país com o maior número de programas, segundo o Earth Policy Institute, com sede em Washington.
“Eu chamo isso de Big Bang”, disse Meddin. “É necessário começar logo em grande escala e não desperdiçar tempo tentando testar o programa primeiro em uma escala pequena. Isso simplesmente não funciona”.
Significa uma lição que a Índia ignorou. Um relance superficial do mapa de bicicletas públicas mostra que a península de 1,2 bilhões de habitantes é um deserto de pilotos microscópicos e estudos de viabilidade que não chegaram a lugar nenhum.
A maioria das cidades europeias e americanas depende da renda com patrocinadores e de taxas cobradas aos usuários. Em contraste, na China, o financiamento é totalmente público.
Isso dá lugar à questão de se os programas de bicicletas públicas, até mesmo os populares, podem – ou deveriam – ganhar dinheiro além de servir o público.
O Public Bike System Co., do Canadá, fornecedor de Nova York e Washington, pediu concordata em janeiro, mencionando dívidas por quase US$ 50 milhões.
Enquanto cidades endividadas ponderam a viabilidade financeira dos esquemas, a próxima geração de bicicletas está sendo testada em Copenhague. Elas têm um motor elétrico na moda e um tablet com GPS.
Com um preço de US$ 7.600 por unidade, não sairá barato para o contribuinte. Para Morten Kabell, um vice-prefeito que fez campanha pelo programa, o dinheiro não deveria ser uma objeção.
“Se você quiser que as pessoas desistam de carros, é preciso oferecer-lhes uma alternativa de qualidade”, disse ele.
http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/bicicletas-publicas-se-tornam-virais-na-china

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Passeio Ciclístico Pedala Papai 2014 - Pará de Minas - MG 31-08-2014


Informações: www.parademinas.mg.gov.br

Esporte e solidariedade no Pedala Papai 2014  

 A Prefeitura de Pará de Minas já abriu as inscrições para quem quiser participar desta grande festa em homenagem aos pais

Em comemoração ao mês dos pais, a Prefeitura de Pará de Minas, por meio da secretaria de Esporte, Lazer e Turismo, promoverá no próximo dia 31 de agosto, a partir das 9 horas da manhã, no Parque do Bariri, o Passeio Ciclístico Pedala Papai – 2014. O evento tem como objetivo promover a integração da família, estimulando a prática de atividades físicas. As inscrições já podem ser feitas pelo site da Prefeitura: www.parademinas.mg.gov.br
As 200 primeiras inscrições receberão uma linda camiseta. Mas para isso, o participante deve comparecer no dia do evento. Além disso, os participantes concorrerão a vários brindes, entre eles, uma bicicleta. “Vamos promover uma grande festa para os papais e toda a família. As inscrições são gratuitas, porém estamos solicitando a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a projetos sociais na cidade. O evento terá toda uma estrutura, contando também com o apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Vale ressaltar que o Pedala Papai não é uma competição”, explica o secretário de Esporte, Lazer e Turismo, Roger Dupin.
As inscrições também podem ser feitas na secretaria municipal de Esporte, Lazer e Turismo, que fica na Praça Torquato de Almeida, 100 – Centro. Mais informações pelo telefone: 3236 2313.
http://www.parademinas.mg.gov.br/esporte-e-solidariedade-no-pedala-papai-2014/

Da ciclovia de Copenhague à de São Paulo: o porquê das bicicletas

Ciclofaixas foram tratadas com ceticismo e ironia também na capital da Dinamarca. Como resistência foi vencida? Por que cidade tornou-se exemplo mundial?

Ciclovia em São Paulopor Cauê Seginemartin Ameni e Manuela Beloni — publicado 21/08/2014 11:15, última modificação 21/08/2014 18:27
Cesar Ogata/SECOM
Se levarmos em consideração que apenas 20% dos paulistanos locomove-se de carro — mas ocupam 80% das vias da cidade — o projeto faz um pouco de justiça na divisão do transito
[Este é o blog do site Outras Palavras em CartaCapitalAquivocê vê o site completo]
Enquanto a Europa planeja se integrar com mais de 70 mil km de ciclovia e outras cidades almejam se ver livre dos carros nos próximo anos, São Paulo começa a caminhar no mesmo rumo: a prefeitura deseja construir, nos próximos dois anos, 400 quilômetros de ciclovias. No entanto, mal a alternativa foi anunciada, alguns focos de indignação têm convertido essa solução num suposto problema. Quando não são especialistas criticando a novidade na mídia, a indignação precipitada surge entre os próprios moradores.
Semana passada foi a vez de um grupo moradores e comerciantes de Santa Cecília — um bairro no Centro da cidade – mostrarem-se contrários à implementação de ciclofaixas na região. Fizeram “protesto”… na delegacia de polícia! — onde registraram um boletim de ocorrência. Sem saber a natureza da queixa registraram: “preservação de direito”. Colocar os direitos individuais acima dos direitos coletivos, sobretudo quando se trata de um espaço público como a rua, suscitou a resposta pública de um grupo de moradores e ativistas da região. O Movimento Ciclofaixa na Santa Cecília, que já marcou umabicicletada para a próxima segunda (25/08), a fim apoiar a novidade e abrir o debate para os demais moradores da região.
O Conselho Comunitário de Segurança do bairro (CONSEG), que registrou a queixa, deveria concordar que o aumento da circulação de pessoas na região, aumentaria consequentemente a segurança dos moradores e comerciantes. O ex-prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, comprovou isso quando incentivou o uso de bicicleta para melhorar a segurança pública. Para o economista, historiador e ex-governante, “segurança não é só assunto de polícia: tem a ver com urbanismo, mobilidade e cultura”. Segundo ele, uma cidade só é feita com gente na rua – e o incentivo ao uso da bicicleta contribui para isso. Bogotá conta hoje com 359 km de ciclovia.
O plano, as críticas e o que as pesquisas dizem
Com 11,6 km já entregues, o plano do prefeito Fernando Haddad para a maior capital da América do Sul vai na mesma linha. Para chegar à meta final, pretende-se implantar 10 km por semana. Ao final, terão ciclovias 2,3% do total de ruas e avenidas na cidade — se considerarmos que São Paulo tem 17,2 mil km de vias pavimentadas. Se levarmos em consideração estudo do engenheiro de transportes Horácio Figueira que concluiu que apenas 20% dos paulistanos locomove-se regularmente de carro — mas ocupam 80% das vias da cidade — o projeto faz um pouco de justiça na divisão do transito caótico da cidade.
Outras críticas correntes na mídia apoiam-se na opinião de um dos “especialistas” da imprensa, Sérgio Ejzenberg, comentarista de trânsito do jornal SPTV, da TV Globo. Segundo ele, em entrevista recente publicada no Estadão, as ciclovias ”estão criando uma demanda [de uso da bicicleta] que não existe” e não terão utilização em dias de frio e chuva.
As opiniões de Ejzenber, que já criticou às faixas exclusivas de ônibus, não resistem aos dados. Segundo pesquisa realizada em 2012 pela Rede Nossa São Paulo e Instituto Ibope, 65% das pessoas aceitaria deixar o carro em casa se outras opções, como transporte público e bicicleta, fossem viáveis. O índice sobe para 81% entre as pessoas com nível superior.
Os dados da pesquisa de Horácio Figueira também apontam que: “Quando medimos as viagens diárias feitas na cidade, percebemos que os carros são minoria: 38,42% dos deslocamentos são coletivos (transportes públicos), 30,78% individuais (carros e motos) e 30,80% não motorizados (a pé e de bicicleta)”.
As experiências em outras grandes capitais com problemas de trânsito mostraram um histórico semelhante. Não se faz uma ciclovia a partir da demanda gerada por ciclistas, mas sim para convidar as pessoas a optarem por outros meios de transporte, que não o carro. Sabemos que cada cidade possui a sua peculiaridade, e deve buscar soluções específicas para seus problemas. Entretanto, alguns exemplos podem nos inspirar, ou no mínimo nos fazer entender que os processos de mudança não ocorrem com tanta rapidez.
O caso de Copenhague é um caso emblemático para ilustrar este processo. A partir da década de 1950, com a popularização do automóvel, a cidade passou a ter grandes congestionamentos. A intensa vida do centro da cidade, presente desde que Copenhague surgiu, no século 11, começava a dar lugar ao trânsito e lúgubres estacionamentos. Foi então que o jovem arquiteto Jan Gehl, recém-contratado pela prefeitura, resolveu arriscar uma solução: fechar as ruas para os carros. Os comerciantes e moradores de Copenhague não aceitaram a novidade. As manchetes dos jornais expressavam a revolta: “Nós não somos italianos”, dizia uma manchete, enquanto outra explicava, “Usar espaços públicos é contrário à mentalidade escandinava”.
Mas depois de alguns anos Gehl ganhou a disputa e o calçadão de pedestre, chamado de Strøget, logo tornou-se a maior atração turística da cidade. O comércio da região acabou lucrando mais, porque mais gente passou a caminhar em frente suas vitrines. E o arquiteto ganhou mais espaço na prefeitura e provou que, quanto mais rua era construída, mais trânsito aparecia. E que quanto mais ciclovia, mais gente pedalava. No todo, foram necessários 20 anos para que as pessoas trocassem o carro pela bicicleta. Hoje, Copenhague é a cidade europeia com menor congestionamento. Registra, em paralelo, o maior índice de descolamento feito com bicicleta (36%), embora o clima seja rigoroso.
Com o sucesso, Jan Gehl abriu uma consultoria cuja o lema é “primeiro vem a vida; depois, os espaços; depois, os prédios”. E passou a ser contratado por varias cidades como Londres, Nova York, Sidney, Melbourne, Barcelona, entre outras, não só para “copenhaguiizar” os problemas de trânsito, mas para valorizar e incentivar a permanência e a utilização do espaço público pelas pessoas e não pelos carros.
A questão do trânsito melhorou nestas cidades, assim como a vida nos espaços públicos. Resta saber agora, se os cidadãos de São Paulo estão prontos para seguir as pedaladas dadas por essas metrópoles, ou continuarão estagnados no trânsito.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Informativo Pedal do Frango 2014

7°Desafio 10 Voltas de Ciclismo na Lagoa da Pampulha



Não é competição. É resistência!

Data: 18 de outubro de 2014 (sábado)
Horário: 5:00 h da manhã.
Venha pedalar. Não vale ficar parado.
Esta é uma prova de desafio de incentivo à prática regular de atividade
física em benefício da saúde e do bem-estar.


ATENÇÃO ATLETAS INSCRITOS PARA ESTE DESAFIO
E aí, já se inscreveu? Agora está mais fácil. É tudo online.
Lembre-se que na hora que fizer a inscrição deverá emitir um boleto para pagamento em bancos, casas lotéricas e outros estabelecimentos que recebem este tipo de pagamento.
Caso precise emitir um outro boleto por algum motivo, não é necessário se inscrever de novo. Entre na sua inscrição através do seu CPF e imprima outro com a data do dia.
Não faremos inscrições no dia do evento,pois será fornecido para cada participante um seguro de vida por conta da organização.
Sua inscrição só será validada depois do pagamento do boleto.
Ex.: estamos com 64 inscritos até momento, mas somente 38 validaram sua inscrição.
Não perca sua vaga por este detalhe.


É OBRIGATÓRIO NO DIA DO EVENTO LEVAR 1 KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL, DOCUMENTO DE IDENTIDADE, BOLETO PAGO E TERMO DE RESPONSABILIDADE ASSINADO. ESTES 2 ÚLTIMOS VOCÊ RETIRA NO SITE.
CASO ESQUEÇA DE LEVAR O ALIMENTO SERÁ COBRADO UMA TAXA DE R$10,00.


CONTO COM VOCÊS PARA A NOSSA CONFRATERNIZAÇÃO.
Qualquer dúvida entre em contato em horário comercial
31 3454-2121
31 8817-1472


LINK DAS INSCRIÇÕES:
http://ligamineiradeciclismo.blogspot.com.br/2014/08/venha-desafiar-os-seus-limites-18-de.html

PATROCÍNIO:
Atletas inscritos

ORGANIZAÇÃO:
Pedal do Frango Eventos

APOIO:
Liga Mineira de Ciclismo
Federação Mineira de Ciclismo
Rogério Pacheco- Ultra Ciclista
RDMec 

By Japão Sport & Marketing
Global Bicicletas
Bike Mania - Aluguel de Bicicletas
GWR- Ferramentas em geral e peças para tratores
FilmAir - Filmagens Aéreas 31 9609-5889
União Ciclística da República do Estado de Minas Gerais
Delta Service


APOIO DE MÍDIA:
pedaldofrango.blogspot.com
lapabike.com.br
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https://www.facebook.com/blogpedaldofrango?fref=ts

Os deuses devem estar loucos II - Africano ajudando a moça

Ex-ciclista Alexandre Vinokourov e Alexandr Kolobnev acusados de corrupção

por Paulo Resendes c/Lusa, publicado a 20-08-2014 às 23:17
Ex-ciclista Alexandre Vinokourov e Alexandr Kolobnev acusados de corrupção
O ciclista cazaque Alexandre Vinokourov e o russo Alexandr Kolobnev foram inculpados de corrupção pela justiça belga, que acusa "Vino" de ter pagado 150.000 euros ao seu adversário pela vitória na Liège-Bastogne-Liège em 2010.
Segundo vários meios de comunicação belgas, os investigadores defendem que Vinokourov propôs aquela verba a Kolobnev para que este facilitasse a vitória, quando ambos se preparavam para disputar o sprint naquela clássica belga.
As autoridades terão acedido a uma série de mensagens de correio eletrônico que demonstram a batota e possuem provas de uma transferência de uma conta bancária de Vinokourov no Mónaco para uma conta suíça de Kolobnev.
Vinokourov, atualmente manager da equipa Astana, tem-se defendido das suspeitas afirmando que simplesmente emprestou dinheiro a Kolobnev, que representa a equipa Katusha, mas o caso deverá mesmo encaminhar-se para tribunal.
http://www.futebol365.pt/noticia/119210/

Nova Zelândia investe 75M€ em ciclovias

O Governo da Nova Zelândia vai investir cerca de 75 milhões de euros (100 milhões) na construção de ciclovias e na melhoria de infraestruturas cicláveis, nos próximos quatro anos, para promover a utilização das bicicletas nas principais cidades, anunciou o primeiro-ministro daquele país, John Key. 
Gerry Brownlee, ministro dos Transportes neozelandês, acérrimo defensor da bicicleta afirmou, durante a apresentação do plano, que esta “proporciona grandes benefícios para a saúde e diminui a pressão sobre outros meios de transporte”. O ministro acrescenta também que “muitas pessoas referem as preocupações com a segurança e a falta de infraestruturas como razões para não andar de bicicleta, por isso vamos começar a construir ciclovias para um padrão que oferece incentivos reais para os cidadãos empreenderem uma mudança [de comportamento]”, revela o site menosumcarro. Como tal, “a construção de ciclovias mais abrangentes exigirá uma nova infraestrutura para ligar as rotas existentes e expandir a rede até áreas urbanas mais amplas”, explica.

por: Miguel Ribeiro Pedras
http://www.transportesemrevista.com/Default.aspx?tabid=210&language=pt-PT&id=38029

Movida a músculos, bicicleta quer espaço no trânsito

 
   Quem faz teste teórico para Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Paraná a partir desta semana precisa ter na ponta da língua conteúdos da legislação de trânsito que envolvem direção defensiva e ciclistas.
    O Detran aumentou de 25 para 40 os itens do banco de perguntas sobre ciclistas nos exames de motoristas e motociclistas.
    Para o maior grupo de ciclistas do Paraná, o CicloIguaçu, a bicicleta que está aumentando presença em vias urbanas é o elo mais fraco na corrente do tráfego e há necessidade de que os governantes comecem a reservar faixas de tráfego e vias específicas para os ciclistas.
    Autoridades acreditam que a maioria dos condutores de carros e motocicletas são bem intencionados, mas só isso não evita acidentes com os ciclistas. O Detran do Paraná produziu 200 mil exemplares de uma cartilha com dicas e orientações sobre a convivência com a bicicleta, com artigos sobre o uso da bicicleta no tráfego para orientação dos ciclistas e motoristas.
    Para os motoristas, uma regra básica é procurar manter uma distância lateral de 1,5 metro de distância do ciclista. Para o cliclista: não pedalar na contramão, na calçada, obedecer as leis de tráfego tendo em mente que será o mais prejudicado em qualquer acidente.
http://blogs.odiario.com/frances/2014/08/21/movida-musculos-bicicleta-quer-espaco-transito/

Usar transporte público ou a bicicleta pode ajudar na perda de peso


obesidade-carro
O uso do transporte público e da bicicleta não traz apenas benefícios para o trânsito e para a mobilidade urbana em geral, nem tão pouco apenas para a poluição do ar, uma vez que os motores dos carros são os que mais emitem gazes venenosos a saúde humana.
Um estudo feito com 7 mil 400 pessoas realizado pela London School of Hygiene & Tropical Medicine, na Inglaterra, revelou que o uso do transporte público e da bike ajudam a reduzir a obesidade. Os dados da pesquisa apontam que o usuário destes tipos de modais podem reduzir em um ponto o IMC – Índice de Massa Corpórea, o que significa perda de 3 quilos nos homens. Já nas mulheres, o índice de perda pode ser em 0,7 de IMC, ou 2,5 quilos.
Dentro do universo de pessoas que o estudo abordou, 76% dos homens usaram somente de carro, 10% de transporte público e 15% andavam a pé ou de bicicleta. Já entre as mulheres, 72% usavam carro, 11% usavam transporte público e 17% usaram a bicicleta ou foram a pé.
Estas 7 mil 400 pessoas tinham idades, estado de saúde, hábitos alimentares, renda mensal, esforço físico realizado no trabalho diferentes uma das outras, entretanto os resultados não se alteraram mesmo levando em consideração estas características.
Exercises
Abandonar o carro pode ser mais eficaz que dieta
O estudo aponta que a redução da dependência do carro é mais eficiente que muitas dietas alimentares, mas afirmam que a relação entre causa e efeito no emagrecimento pelo uso do transporte público precisa de mais estudos.
Todavia os profissionais de saúde que participaram da pesquisa são unânimes em dizer que fazer o uso da bicicleta ou completar deslocamentos a pé traz benefícios e estimula a atividade física com quase nenhuma contra-indicação.

Renato Lobo

Paulistano, Técnico em Transportes, Social Mídia, Ciclista, apaixonado pelo tema da Mobilidade, é o criador do Portal Via Trolebus.
http://viatrolebus.com.br/2014/08/usar-transporte-publico-ou-a-bicicleta-pode-ajudar-na-perda-de-peso/

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Prova teórica de direção passa a ter questões sobre ciclistas /Paraná

A partir desta terça-feira (19), Dia Nacional dos Ciclistas, os candidatos que fizerem o teste teórico de direção para emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Paraná terão de saber, obrigatoriamente, conteúdos de legislação de trânsito e direção defensiva envolvendo bicicletas e ciclistas. O Departamento de Trânsito do Estado (Detran) ampliou o número de questões sobre o tema e pelo menos uma das 30 questões do teste devem abordar o assunto.
A mudança atende um pedido feito por cicloativistas, que participaram da construção de novas perguntas. Ao todo a Comissão Revisora do Banco de Questões do Detran e representantes da Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu (CicloIguaçu) formularam 15 questões com base no Código de Trânsito Brasileiro. Somadas as 25 já existentes, serão 40 perguntas sobre bicicletas no banco de questões.
"As provas do Detran são geradas por sorteio aleatório com base em um banco de dados com quase 1,6 mil questões. Antes, apenas 25 se referiam diretamente sobre bicicletas, ciclistas ou ciclovias. De tal forma que a probabilidade de um motorista responder uma questão sobre a bicicleta no trânsito era de aproximadamente 2%. Ou seja, de cada 70 provas aplicadas, apenas uma acabava recebendo esse tipo de conteúdo", lembrou o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.
Para o coordenador de projetos da CicloIguaçu, Luís Claudio Brito Patrício, a mudança na prova deve gerar uma mudança na formação dos condutores. "A bicicleta está cada vez mais presente no cenário urbano e é um dos elos mais fracos da corrente. Por mais que haja uma boa infraestrutura, a educação e boa convivência são fundamentais. Eu acredito que a maioria esmagadora de condutores são bem-intencionados e buscam evitar acidentes, mas a falta de informação pode ser um problema", disse.
"Nesse sentido, a ampliação das questões referentes aos direitos e deveres da bicicleta no trânsito vai ser um grande avanço em disseminar regras básicas para motoristas como: Manter a distância lateral de 1,5m e para ciclistas como: Não pedalar na contramão e em calçadas, e vão estar presente no dia a dia de todos os candidatos a condutores", completa.
A iniciativa paranaense já serve de modelo a outros estados. O Detran de Pernambuco se inspirou e formulou 13 perguntas envolvendo bicicleta para incluir no conjunto de questões do exame teórico.
TESTES – Para chegar ao resultado final, foi realizada a análise e revisão das 19 perguntas já existentes na base do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e das seis questões do Detran Paraná. Na sequência, leitura, análise e revisão das 15 novas questões.
Antes de começarem a ser cobradas, as perguntas foram testadas no Curso de Reciclagem para Condutores Infratores. O objetivo foi de avaliar o grau de dificuldade e entendimento dos enunciados. Só depois de serem consideradas apropriadas foram incluídas no Banco de Dados do exame teórico de direção.
CARTILHA – O Detran Paraná também produziu 200 mil exemplares de uma cartilha com dicas e orientações sobre a convivência com a bicicleta, com artigos do CTB sobre o uso da bicicleta no tráfego para orientação aos ciclistas e também aos motoristas. O conteúdo foi provido pela ONG Transporte Ativo, que cedeu o material e os direitos autorais.
A estudante Zayane Fandrade, de 22 anos, foi aprovada no exame teórico de direção no último mês e considera essencial trazer esta reflexão para os novos candidatos. "Muitas vezes os motoristas ignoram a existência dos ciclistas. É bom começar desde cedo essa inclusão. Acredito que os ciclistas e motoristas devem aprender a se respeitar", disse.
http://maringa.odiario.com/parana/noticia/858533/prova-teorica-de-direcao-passa-a-ter-questoes-sobre-ciclistas/

Norte-americano cria bicicleta que dispensa manutenção

A bicicleta como qualquer outro meio de transporte requer manutenção, periódica inclusive para você não ter suspresas desagradáveis durante seu trajeto. Mas, já imaginou dispensar este serviço sem perder a segurança? O norte-americano Dave Weiner criou uma bike que dispensa as idas no mecânico. O projeto foi para o Kickstarter, em busca de financiamento coletivo, e arrecadou quase 20 vezes o valor planejado.
A bicicleta foi apelidada e Priority e é ideal para quem faz deslocamentos nas cidades, e como todo habitante da metrópole que tem pouco tempo para os serviços de manutenção. O quadro é todo em alumínio, sendo uma opção mais barata do que a fibra de carbono, mas altamente resistente, inclusive à ferrugem, essencial para quem mora em cidades do litoral. Essa matéria-prima também deixa a bicileta mais leve, facilitando o transporte, principalmente em meios urbanos.
prioritybike
Outro detalhe surpreendente é a corrente, peça que requer muita manutenção sempre em lubrificação e ferrugem. Então, o norte-americano se inspirou na Harley Davidson. A fabricante de motos usa, desde 1984, correias de transmissão em seus equipamentos. A opção é muito mais durável e torna a pedalada mais suave e limpa.
prioritybike1
os pneus são de alta resistência. O criador afirma que será necessário muito esforço para perfura-los. Não que os furos sejam impossíveis, mas serão bem menos comuns do que em pneus tradicionais. As rodas são fixadas à bicicleta no modelo antigo, com parafusos. Isso dificulta furtos, por tornar a retirada muito mais lenta do que com as simples alavancas.
prioritybike2
O norte-americano também afirma que a montagem da bicicleta é feita em apenas cinco minutos e não necessita de conhecimento prévio. Confiante em seu produto, Weiner começa a entregar a bicicleta aos primeiros compradores que apoiaram o projeto já no próximo mês. Ele também possui uma loja em Nova York e faz questão de lembra que “a vida é curta demais para pedalar uma bicicleta ruim”.
Com as informações de ciclovivo
http://viatrolebus.com.br/2014/08/norte-americano-cria-bicicleta-que-dispensa-manutencao/

No Dia Nacional do Ciclista, ONG pede mais gentileza no trânsito


Da Agência Brasil - Agência Brasil19.08.2014 - 13h39 | Atualizado em 19.08.2014 - 14h21

Dia Nacional do Ciclista (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)



Dia Nacional do Ciclista comemorado ontem(19) foi criado há seis anos para lembrar a morte do ciclista brasiliense Pedro Davison, de  25 anos. Davison foi atropelado, em 2006, por um carro enquanto pedalava no Eixão Sul, na altura da quadra 114.
Em virtude da data algumas ações vão marcar o dia em Brasília. A organização não governamental (ONG) Rodas da Paz vai entregar uma denúncia ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, referente  aos descumprimentos de alguns artigos do Código de Trânsito e da lei distrital que garante o projeto de ciclovia nas rodovias.
Para a secretária institucional da ONG Rodas da Paz, Renata Florentino  existe "omissão do poder público".
"Há uma lei distrital de 2005 que garante o projeto de ciclovias nas rodovias. Metade das mortes envolvendo ciclistas no Distrito Federal acontece nas rodovias e elas não contam com uma estrutura cicloviária adequada", disse.
Sobre as grandes dificuldades ainda enfrentadas pelos ciclistas, Renata frisou a questão do respeito.
"É importante falar que isto se trata de uma mudança de comportamento, de cultura, então, a dimensão do respeito é sem duvida a principal. Se a gente faz estrutura mas não educa as pessoas, acaba que a estrutura é mau utilizada. Investimentos em campanhas educativas poderiam receber um reforço maior”, enfatizou.
Ainda em Brasília, os ciclistas vão se reunir às 19h na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) com diretores, voluntários e colaboradores da Rodas da Paz. No local, vão expor três faixas para lembrar aos motoristas que bicicleta também é veículo, tem direito de circular na rua, e que uma cidade mais gentil passa pela colaboração de cada um no trânsito.
A manifestação será ao lado da bicicleta branca que homenageia o ciclista Francisco Vidal, de 42 anos,falecido em 22 de junho deste ano, também, vítima do trânsito. A homenagem será nas proximidades da residência oficial do governador do Distrito Federal, em Águas Claras.
Segundo a Organização das Nações Unidas a bicicleta é considerada como meio de transporte mais ecológico do planeta, e vem ganhando adeptos que se preocupam com a saúde e o meio ambiente, além, de gerar economia ao próprio bolso.
Editora: Valéria Aguiar
http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/08/no-dia-nacional-do-ciclista-ong-pede-mais-gentileza-no-transito

confira seis dicas para pedalar com segurança

Pernambuco.com - Redação
Publicação: 19/08/2014 08:00 Atualização: 19/08/2014 15:10

O Dia do Ciclista serve como um alerta para segurança nas ruas. Foto: Lais Telles/Esp DP/D.A Press
O Dia do Ciclista serve como um alerta para segurança nas ruas. Foto: Lais Telles/Esp DP/D.A Press

Nesta terça-feira é comemorado o Dia Nacional do Ciclista. A data foi escolhida para homenagear Paulo Davison, estudante de biologia prestes a se graduar, que, em 2006, foi atropelado e morto por um motorista alcoolizado enquanto pedalava em Brasília. A data reacende a questão da segurança dos ciclistas.

Por ser um veículo mais barato, leve e sustentável que um carro, a bicicleta tem sido uma alternativa para driblar o trânsito caótico das grandes cidades. Além disso, a atividade de pedalar também é adotada por pessoas que buscam uma melhor qualidade de vida.

Mas, antes de comprar uma bike e sair pedalando por aí, é bom prestar atenção às seis dicas de segurança fornecidas pelo blog Bicicletando, do casal Perla e Fabrizzio Amabile Topper, criadores do Movimento Bicicletando.

1- Escolha a bicicleta de acordo com o seu trajeto.

2- Adquira todos os equipamentos de segurança: capacete, luz traseira e dianteira, retrovisor esquerdo, luvas, capa de chuva e o que mais sentir necessidade.

3- A roupa deve ser confortável e que não comprometa sua flexibilidade.  Além disso, o ciclista pode usar tarjas refletivas para facilitar a visibilidade.

4- Sempre, antes de sair, confira se todas as peças estão em bom estado: pressione os freios, tanto o dianteiro quanto o traseiro. Verifique se a corrente está lubrificada o suficiente e teste a troca de marchas para conferir se está caindo ou não. Pressione o polegar nos pneus, caso esteja fácil de apertar, provavelmente estará murcho. É só ir ao posto mais próximo e calibrar os  pneus.

5- Utilize sempre sinais com os braços para indicar a sua movimentação aos motoristas, evitando surpresas. Peça passagem, dê passagem e avise quando precisar entrar na frente dos veículos. Se precisar, grite! Lembre-se de andar sempre na pista da direita, mas no meio da via, nunca próximo à guia, para evitar que os veículos tentem te ultrapassar, colocando-o em risco. Na ausência de vias específicas para o ciclista, a rua é seu direito e os motoristas devem respeitar. Nunca ande em faixas de ônibus, contramão e calçadas.

6- Planeje seus trajetos, evitando avenidas de grande fluxo. Se possível, inclua ciclovias no percurso.

Aplicativo - Pelo smartphone é possível baixar o aplicativo do Bike PE, que possui várias dicas, inclusive de segurança, para facilitar a vida do ciclista. É grátis e está disponivel para IOS, Android e Windows Phone.
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/bikepe/2014/08/19/interna_bikepe,523584/no-dia-do-ciclista-confira-seis-dicas-para-pedalar-com-seguranca.shtml

Inventor produz versão nacional da bike cargueira Long-John



Publicado em 19/08/2014
Com o aumento do número de bicicletas nas cidades brasileiras, a quantidade de comerciantes e entregadores usando as magrelas para fazer entregas também está crescendo. 

QUEDAS DE BICICLETA

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Denis Canina | Back to the Streets - vídeo

Denis Canina | Back to the Streets from Douglas Silva on Vimeo.
“Andar na rua dá aquela sensação de que tudo o que você vê é um novo obstáculo para encaixar sua bike,” comenta Denis.

Pesquisa mostra que cidades sem vias para ciclistas registram mais mortes

Governo reconhece falhas, mas ressalta redução de 60% na mortalidade em 10 anos. Em 2013, Detran contabilizou 27 óbitos, mais de dois por mês

Publicação: 19/08/2014 06:40 Atualização: 19/08/2014 06:56

Ciclista morto na EPIA em julho deste ano: ativistas pedem que sejam construídas vias exlcusivas na ligação entre as cidades do DF (Ed Alves/CB/D.A Press)
Ciclista morto na EPIA em julho deste ano: ativistas pedem que sejam construídas vias exlcusivas na ligação entre as cidades do DF

O número de ciclistas mortos no trânsito é maior em cidades do DF com pouca ou nenhuma ciclovia. A quantidade aumenta nas rodovias que ligam as regiões administrativas, pistas que também não têm espaço exclusivo para as bicicletas. Isso é o que mostra o levantamento feito pela ONG Rodas da Paz. Especialistas alertam: faltam campanhas educativas e fiscalização. Ativistas do pedal criticam o plano de construção de vias exclusivas para bikes. Segundo eles, o governo deveria priorizar as pistas de alta velocidade e fluxo intenso de veículos. Além disso, de acordo com eles, seria necessário atender primeiro as regiões mais distantes da capital. Hoje, comemora-se o Dia Nacional do Ciclista.

Ao longo de 2013, o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) contabilizou a morte de 27 ciclistas, mais de duas vítimas por mês. Desses, 15 perderam a vida em rodovias federais ou distritais, e 12 em vias urbanas. Desse total, cinco mortes ocorreram na Estrutural, em Sobradinho, Sobradinho 2, Planaltina e Brazlândia, locais sem ciclovias. Samambaia e Guará — cidades que possuem, respectivamente, 5,1 e 6,5 quilômetros de via exclusiva — registraram dois casos. No últimos 39 dias, aconteceram outras quatro mortes, duas delas em rodovias distritais: uma na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e outra na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia).

De acordo com a secretária Institucional do Rodas da Paz, Renata Florentino, isso ocorre porque não houve prioridade para as ciclovias em locais que apresentam mais risco para os usuários. Ela explica que a bicicleta é um meio de transporte popular e a construção das ciclovias é uma forma de inclusão social. “Não podemos considerar essas mortes como acidente. Elas são resultado da falta de planejamento adequando, aliado à cultura da imprudência e da impunidade dos motoristas. São mortes evitáveis e preveníveis”, critica.

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http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2014/08/19/interna_cidadesdf,443003/pesquisa-mostra-que-cidades-sem-vias-para-ciclistas-registram-mais-mortes.shtml