sexta-feira, 28 de agosto de 2015

1° Troféu Guilherme João (escalada) - 2015 / Moeda - MG


VENHA DESAFIAR OS SEUS LIMITES NOVAMENTE!
Desafio de escalada para competidores e desportistas

Data: 20 de setembro de 2015 (domingo)
Concentração: 7:00 h da manhã
Largada: 9:00 h da manhã.
Percurso: aproximadamente 16 km (veja altimetria no final da postagem)
LEIA O REGULAMENTO ANTES DE SE INSCREVER.    

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Tempo de funcionamento das bicicletas melhora, mas sistema ainda falha

BIKEBH

Em julho de 2015, o ciclistas que chegassem a uma estação encontravam ela em funcionamento e com bicicletas disponíveis em 97% do tempo, enquanto em dezembro de 2014, esses dados correspondiam a 58



Cadastro no Bike BH é habilitado por meio de aplicativo de celular

Veja o gráfico feito pelo BH em Ciclo

Jefferson Pereira, que por meia hora tentou retirar uma bike na Pampulha, já recebeu duas cobranças indevidas em seu cartão.

PUBLICADO EM 26/08/15

NATÁLIA OLIVEIRA


A Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte, BH em Ciclo, divulgou nesta quarta-feira (26) uma avaliação sobre o sistema de bicicletas compartilhadas de Belo Horizonte, o BikeBH. O estudo mostrou que o tempo em que as bicicletas ficaram sem funcionar caiu consideravelmente do ano passado em relação a este ano. Em julho de 2015, o ciclistas que chegassem a uma estação encontravam ela em funcionamento e com bicicletas disponíveis em 97% do tempo, enquanto em dezembro de 2014, esses dados correspondiam a 58%.

Apesar do avanço, os ciclistas consideram que ainda há melhorias para serem feitas, uma das principais reclamações é número de bicicletas disponíveis, que ainda não atingiu a meta de 400 “magrelas”, prevista no contrato. Os dados do BH em Ciclo dão conta que são 265 bicicletas nas estações. Em fevereiro passado, a reportagem do jornal O TEMPO já tinha constatado o problema visitando as estações, quando foi constatado 263 bicicletas disponíveis nas 40 estações da cidade.

A pesquisa se baseia nas informações do website Trem Útil que acessa de 30 em 30 minutos o site oficial do BikeBH com as informações oficiais sobre as estações de aluguel de bicicletas. Os números mostram que alguns dos problemas de dezembro e janeiro passado foram minimizados em junho e julho. Em janeiro a falta de bicicletas nas estações era de quase 30%, já em junho essa indisponibilidade não chegou a 5%.

Para o membro do BH em Ciclo que reuniu os dados Cristiano Scarpelli, houve um avanço, no entanto, ainda é preciso fazer melhorias. “O sistema está começando a funcionar de maneira mais eficaz e isso faz com que aumente o número de usuários, mas ainda queremos que se tenha 400 bicicletas, que é o previsto no contrato. A empresa alega que aumentar as bikes poderia congestionar a estação, mas acreditamos que as estações então poderiam ser ampliadas”, destaca Scarpelli

Ainda segundo ele, em alguns locais é possível ampliar as estações, como por exemplo, na Pampulha, onde a demanda por bicicletas é maior. “Na região só temos três estações e poderíamos ter cerca de 15 a 20, por exemplo com pessoas que vão para a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) ou como serviço de integração ao MOVE”, avalia.

O membro da associação acredita que as reuniões entre o BH em Ciclo, a Serttel, responsável pelo sistema e a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) que gerencia o trânsito na capital são muito importantes para as melhorias no funcionamento do sistema. Ainda segundo dados mais recentes do site Trem Útil, nesta terça-feira (25) havia 234 bicicletas livres e foram 418 viagens realizadas com as “magrelas”.

Além dos dados divulgados, a BH em Ciclo levantou ainda algumas questões que devem ser levadas a Serttel:

1) Melhorias na manutenção das bicicletas;
2) Permitir que o aplicativo receba reclamações e que os usuários possam apontar as bicicletas com problemas;
3) Agilidade nos atendimentos pelo Call Center;
4) Estudar outras formas de compra do passe que não apenas através de Cartão de Crédito;
5) Envio de respostas ou informações via SMS;
6) Criação de outras formas de interação com os usuários, como Facebook e Twitterr;
7) Veiculação de propagandas do sistema na televisão e jornais, tanto para divulgar o sistema, mas principalmente esclarecer que o o Bike BH não se restringe a correntistas do banco patrocinador.

Além disso, eles pedem que a BHTrans intensifique as fiscalizações em realação ao sistema e aplique punição na empresa, se for necessário. Por meio de nota, a BHTrans informou que a Serttel envia relatórios mensais à BHTRANS sobre o funcionamento do sistema.

“A fiscalização do sistema é de responsabilidade da BHTRANS. O Contrato prevê sanções administrativas em caso de descumprimento das obrigações pela SERTTEL, podendo ser advertência, multa ou até mesmo a rescisão do Contrato”, diz a nota. A empresa afirma ainda que concluiu a implantação das 400 bicicletas em funcionamento em 2014, a mesma informação é dada pela Serttel, que diz que não opera com a quantidade total de bicicletas para não encher as estações.

"O projeto contempla 400 bicicletas disponíveis para compartilhamento, sendo parte na rua e parte em área técnica. As estações são mantidas com um número de bikes igual a 50% das posições de tratamento. Trata-se de uma medida mundial para garantir a perfomance com o mínimo de estações cheias/vazias. Ou seja, para ter 400 bicicletas nas ruas seriam necessárias 60 estações para garantir o desempenho. O Bike BH oferece 40 estações", informa a Serttel por meio de nota.

A empresa afirma ainda que desde o lançamento do programa, em 7 de junho de 2014, foram realizadas cerca de 120 mil viagens. " que representa mais de 323 mil km percorridos, 8 voltas ao mundo e 43 toneladas de CO2 não emitidos à atmosfera (43 créditos de carbono)", informa a nota. Já são 82 mil usuários cadastrados no sistema.
fonte: http://www.otempo.com.br/cidades/tempo-de-funcionamento-das-bicicletas-melhora-mas-sistema-ainda-falha-1.1096793

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Todos Pela Bike: Saiba como é a rotina de um atleta profissional do ciclismo

Treinos intensos, alimentação equilibrada e muita disciplina separam o amador do campeão

Os ciclistas Marcelo Moser e Ana Luisa Panini dividem a vida e o pódio nas competiçõesFoto: Rafaela Martins / Agencia RBS
Camila Iara
O Natal de 1992 foi decisivo para a vida do blumenauense Marcelo Moser. Foi naquele dezembro, aos 14 anos, que ele ganhou do pai a primeira mountain bike. Das pedaladas pelo bairro e do incentivo do cicloativista Wilberto Boos — que na época tinha em mente a criação de um grupo de ciclismo em Blumenau — surgiu a vontade de competir. Quase 25 anos depois, Marcelo — conhecido como Pinguim — continua apaixonado pela bike como se ainda tivesse 14 anos. A diferença? Ele soma em casa mais de 100 troféus e medalhas, resultado de uma vida dedicada ao esporte.
Leia mais sobre esportes outdoor no Aventura SC

— Não tenho ideia de quantas provas já fiz, mas acho que venci cerca de 180 corridas. Foi tudo com esforço, dedicação e força de vontade. Ao mesmo tempo em que o atleta tem uma rotina como qualquer outra pessoa, há muito sacrifício e coisas das quais se tem que abrir mão. Não posso sair muito, deixar de treinar ou comer qualquer coisa — comenta.

O dia de Marcelo começa bem cedo, com um café da manhã reforçado. Depois vem o treino intenso, que varia de duas até seis horas diárias. Em época de competição, a musculação ajuda a manter o corpo mais preparado. 

— É impressionante como o Pinguim se mantém pró-ativo e funcional depois de tanto tempo como atleta. Ele tem o biotipo físico adequado para o ciclismo, com percentual de gordura e peso total baixos e uma capacidade respiratória acima do normal. É o componente genético combinado ao treinamento adequado — avalia Fábio Cardoso, especialista em Medicina do Esporte.

Além dos pedais solitários pelas ruas da cidade, Marcelo também costuma treinar ao lado dos colegas da equipe de ciclismo de Blumenau. Foi através do grupo, coordenado por ele, que veio a vitória nos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC) em 2013 — o ciclista se consagrou campeão. Em março deste ano, mais uma conquista: o título de bicampeão no Desafio de Ciclismo Serra do Rio do Rastro, disputado por cerca de mil atletas. No currículo há ainda campeonatos na Argentina e no Uruguai. 

— Por mais que você tenha um trabalho paralelo ao esporte (Marcelo é formado em Direito e Educação Física, mas trabalha meio período em um escritório de contabilidade), você é atleta 24 horas por dia. Não dá pra desligar — afirma.

Mudanças que geram resultados
Namorada de Marcelo, a também ciclista Ana Luisa Panini nunca havia pensado em ser atleta até pouco tempo atrás. Foi em 2011, aos 21 anos, que a indaialense decidiu se dedicar ao esporte — tudo começou depois de ter participado de uma prova de ciclismo sem conseguir cruzar a linha de chegada. 

A evolução ocorreu ano após ano, ainda mais após o início do namoro. E o resultado também apareceu. Se Marcelo é uma das referências masculinas do ciclismo blumenauense, Ana Luisa entra para o time de estrelas da categoria feminina. Assim como o namorado, treina pesado e se alimenta regradamente de domingo a domingo. E reforça: é preciso estar à altura do compromisso.

— A gente tem um dia a dia bem diferente. Acorda sabendo que tem que treinar, não interessa se está bem ou mal. Quem quer ser atleta precisa ter a cabeça aberta pra muita coisa, e principalmente fazer mudanças — explica.

A alimentação é uma delas. Segundo a nutricionista esportiva Luana dos Santos, o percentual de gordura ideal para um atleta varia entre 7% e 14%. Pra chegar lá, uma dieta saudável e equilibrada é essencial. No pré-treino, a nutricionista recomenda carboidratos de baixo índice glicêmico — batata-doce e arroz integral são boas opções —, e em dias de prova um cardápio focado no estoque de energia:

— É importante no dia anterior à competição ficar o mais descansado possível e fazer um aporte bom de carboidratos. No dia do pedal, recomendo um bom café da manhã duas horas antes e com boas fontes de carboidratos. Vale pão integral, cereais e suco de frutas. O que importa é estar bem "carregado" — aponta. 

De amador a profissional

Para Fábio Cardoso, especialista em Medicina do Esporte, a grande diferença entre o ciclista amador e o profissional é a dedicação. Ele explica que, ao contrário de quem pedala apenas no tempo livre e concilia a atividade física com o trabalho, o atleta de verdade vive para o esporte. Além disso, há mais tempo para repouso e recuperação do organismo, ingredientes essenciais para o sucesso.

— O ciclismo não é só pedalar. É preciso focar também em outras coisas como, por exemplo, alongamento e treinamento funcional. O ciclista precisa ser devoto — diz ele.

No entanto, o médico esclarece que ser atleta profissional vai além da ideia de treinar pesado e se alimentar corretamente:

— A predisposição genética é um dos fatores que determinam o potencial de um atleta de alta performance. Grandes ligas esportivas americanas e europeias fazem avaliações genéticas antes de contratar um atleta justamente para descobrir esse potencial — explica.

Com isso em mente, quem sonha em se profissionalizar no ciclismo precisa fazer uma avaliação médica — de preferência com um cardiologista ou médico do esporte —, esportiva e nutricional antes de começar. Com o aval em mãos, Cardoso recomenda começar um treinamento específico, com acompanhamento, para alcançar o objetivo. 

A GSM Treinamento Funcional, no bairro Vila Formosa, passou a oferecer neste mês uma aula totalmente voltada para ciclistas. De acordo com Geison Müller, personal trainer, a atividade pode ser feita tanto por profissionais quanto pessoas que não costumam pedalar. A ideia é que os alunos aprendam a percorrer os mais diversos caminhos e, de quebra, façam um treino específico para braços e pernas — o que pode ajudar a prevenir lesões.

— Mesmo que a pessoa não vire um profissional, vai melhorar a postura, ganhar mais resistência e condicionamento para participar de provas — garante.
Alerta para treino 

Se a ideia é treinar na rua, o ciclista profissional Marcelo Moser recomenda pedalar sempre no modo defensivo:

— A bike não tem para-choque, então é importante estar sempre 100% atento e não achar que o carro vai parar só porque te viu. Nós, que pedalamos em velocidades muito altas, temos atenção redobrada quanto a isso porque é muito fácil se distrair e acabar sofrendo um acidente — comenta.
http://jornaldesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2015/08/todos-pela-bike-saiba-como-e-a-rotina-de-um-atleta-profissional-do-ciclismo-4828136.html

90% dos acidentes com bicicletas acontecem por imprudência

Pesquisa é da Guarda Municipal de Volta Redonda, RJ.

Câmeras do Ciosp registram irregularidades a todo momento.

Do G1 Sul do Rio e Costa Verde
Uma pesquisa da Guarda Municipal de Volta Redonda, RJ, apontou que 90% dos acidentes envolvendo ciclistas poderiam ser evitados se todos respeitassem as normas de trânsito. As câmeras do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) registram irregularidades a todo momento.
"Nunca andar na mão de contramão de direção, ter atenção nos cruzamentos, andar sempre ao lado direito da borda, né, alinhamento da pista, e nunca andar entre veículos, fazendo zig zag no meio das vias, respietar semáforo, faixa de pedestres. Calçadas jamais, que calçada é lugar do pedestre não é pro ciclista andar. Então são coisas que ajudam na convivência boa do dia a dia do trânsito", explicou Silvano Teixeira de Paula, inspetor da Guarda Municipal.
O maior problema é que não existe uma regulamentação exigindo uma placa ou qualquer tipo de identificação das bicicletas e sem isso, fica difícil responsabilizar quem não respeita as leis. O caminho é mesmo a conscientização.
"O ciclista tem as regras para poder cumprir. Tem os equipamentos obrigatórios para ser utilizados. Tudo isso aí pra facilitar a visualização dele e evitar acidentes na via pública", disse Silvano.
tópicos:
http://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2015/08/90-dos-acidentes-com-bicicletas-acontecem-por-imprudencia.html

Bicicletas poderão entrar nos trens da CPTM durante a semana

Medida já é válida nos finais de semana desde 2007

DownloadFoto: A2 Fotografia / José Luís da Conceição

CPTM conta com 21,5 quilômetros de ciclovia, margeando o rio Pinheiros e a Linha 9-Esmeralda
DownloadFoto: Imprensa Oficial / Genivaldo Cavalho/I.O.

Número de usuários que levam suas bicicletas no final de semana e feriados em 2014 foi de 57.828
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CPTM conta com 21,5 quilômetros de ciclovia, margeando o rio Pinheiros e a Linha 9-Esmeralda
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Número de usuários que levam suas bicicletas no final de semana e feriados em 2014 foi de 57.828
Os ciclistas que passarem pelas estações da CPTM durante a semana, após as 20h30, poderão embarcar nos trens com suas bikes, a partir desta quarta-feira (19), data em que se comemora o Dia do Ciclista. As regras de uso e regulamento estão disponíveis no site da CPTM.

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A medida é válida nos finais de semana, desde 2007, a partir das 14h de sábado até o encerramento da operação no domingo, e aos feriados durante todo o dia. São permitidas quatro bicicletas por viagem, embarcadas no último carro de cada trem.
O número de usuários que levam suas bicicletas no sistema, aos finais de semana e feriados, subiu de 15.090 bikes em 2007 para 57.828 em 2014. No primeiro semestre desse ano, já foram 31.663.
Incentivo à prática
A CPTM incentiva o uso de bicicletas, transporte não poluente, que impacta diretamente na redução do tráfego de veículos, melhorando a qualidade de vida.
Além da autorização para o transporte nos trens, a Companhia também disponibiliza 28 bicicletários distribuídos nas estações, somando mais de sete mil vagas gratuitas.
A CPTM também conta com 21,5 quilômetros de ciclovia, margeando o rio Pinheiros e a Linha 9-Esmeralda, com seis pontos de apoio com banheiro, bebedouro e atendimento, localizados ao longo do percurso. O funcionamento é diário, das 5h30 às 18h30, inclusive feriados.
Do Portal do Governo do Estado

http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia2.php?id=242101&c=6

Rio de Janeiro lança mapa colaborativo para usuários de bicicletas

A partir do dia 19, a população da cidade do Rio de Janeiro passa a contar com um mapa colaborativo em um site criado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bikes, da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e pela ONG Meu Rio. Por meio da plataforma, os cariocas poderão denunciar assaltos, ausência de ciclovias, falta de educação no trânsito, falta de bicicletários, entre outros problemas.
A CPI das Bikes foi criada em junho, após a morte do médico Jaime Gold, esfaqueado depois de ser abordado por jovens enquanto pedalava na orla da Lagoa Rodrigo de Freitas. O objetivo da comissão é investigar denúncias de roubo de bicicletas e revenda de peças, além de criar mecanismos para melhorar a situação do ciclista na cidade.
De acordo com o presidente da CPI, vereador Jefferson Moura (Psol), a ferramenta surgiu com a necessidade de se criar um canal direto entre a população que utiliza bicicleta na cidade e a comissão.
"Quem usa bicicleta poderá se situar no mapa e conhecer os problemas mais comuns dos ciclistas na cidade. A ferramenta serve, principalmente, para essas pessoas se comunicarem com a CPI de forma educativa, autônoma e com a garantia de que serão ouvidas. Todo o material levantado será encaminhado para o Poder Público para formulação de políticas voltadas para os ciclistas", afirmou Moura.
Integrante da ONG Meu Rio, João Mauro Senise informou que a inspiração para criação do site partiu de outra iniciativa da organização. "Fizemos reunião com a CPI e alguns grupos para entender se eles tinham demandas específicas para registro. Agora, qualquer um pode entrar e relatar seu problema. A ideia do mapeamento em tempo real veio da experiência sobre a ausência de árvores na zona norte do Rio, quando tivemos grande participação dos cidadãos. Outras iniciativas podem se inspirar nessa plataforma."
O profissional autônomo José Henrique Nunes, 49 anos, usa a bicicleta para trabalhar e disse que utilizará o programa para relatar a falta de respeito com os ciclistas no trânsito. "Já aconteceu de eu estar pedalando e um motorista mandar eu tirar a bicicleta da rua, ir para a calçada, que  é do pedestre. As pessoas precisam aprender as regras, o espaço de cada um e a compartilhar a rua", concluiu.
Editor Armando Cardoso

fonte: http://www.ebc.com.br/noticias/2015/08/rio-de-janeiro-lanca-mapa-colaborativo-para-usuarios-de-bicicletas

Informativo Pedalagoa


Salve AMIGA(O)!

Mais antecipado e finalidade poder agendar com a sua Galera Animada do Pedal, informamos que até sexta-feira, dia 21, concluiremos a programação comemorativa do 7º aniversário Pdl e DIA MUNDIAL SEM CARRO, para a data de 20 de setembro, domingo, com a agenda e descomunal desafio nervoso e cicloturismo: SETE RIOS ROTA DAS ÁGUAS E FLORES "Só para os Dinossauros"  - De Lagoa Santa a São José da Serra-Serra do Cipó, via estrada de terra de Lagoa Santa/Jaboticatubas; circuito de 70 Km (Estradão); Grau de dificuldade: PESADO. Até o momento estão confirmados: Dois carros das Lojas de Lagoa Santa, CICLOVIANA-EXPERTISE e GIRA BIKE-EXPERTISE, como apoio e suporte mecânico, mais dois carros 4x4, também respaldo técnico e viatura do 3º BBM 4º Pelotão/Vespasiano, como cobertura de segurança, socorro e emergência. A princípio, a ideia é disponibilizarmos vagas para apenas 70 participantes para o pedal, sendo metade para Lagoa Santa e parcelas para os Amigos de cidades metropolitanas; para garantia de vagas e participação, fique a vontade para manifestar, se possível, informe por favor, os nomes dos interessados. Consultaremos o Restaurante da CRISTINA de qual é o custo do almoço que será repassado para recolhimento antecipado através de depósito bancário e como confirmação da vaga - FIQUE DE OLHO!

HASTA LA VISTA BABY E BROTHER!

Nosso grande abraço,


PEDALAGOA - Pratique essa atitude.
nelsinho
colaborador pedalagoeiro
31 8507-6553

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Exercícios como natação, corrida ou ciclismo aumentam o colesterol bom

Quem faz exercícios aeróbicos com regularidade possui vantagem, mas os valores 

do colesterol ruim (LDL) serão reduzidos com uma dieta livre de gorduras saturadas

Por São Paulo
euatleta Nabil Ghorayeb natacao ciclismo corrida (Foto: eu atleta)Exercícios aeróbicos podem ajudar a elevar os
níveis do colesterol bom (Foto: Editoria de Arte)
exercício físico funciona com um remédio para inúmeros problemas cardiovasculares, porém para os níveis de colesterol age de modo variado. No mês de agosto, temos o Dia Nacional de Combate ao Colesterol e o Congresso Brasileiro do Departamento de Aterosclerose, cujo tema é estudá-lo, assim como os elementos que influenciam essa terrível doença, uma das principais causa que deterioram e encurtam a vida, como o infarto do miocárdio e derrame cerebral

Os praticantes regulares dos exercícios aeróbicos, como correr, nadar e andar de bicicleta têm vantagem enorme sobre quem faz os exercícios anaeróbicos, porque estes poucos influenciam nos níveis do colesterol. Nos esportistas regulares são constatados, depois de meses de treino e, principalmente nas mulheres, os níveis do colesterol bom, o HDL, se elevam. Algumas chegam a valores próximos dos 100 mg/dl. 
Enquanto o colesterol ruimLDL, pouco se modifica com exercícios, para ele além da dietacontrolada de gorduras saturadas (as visíveis na carne vermelha e nas peles do peixe e do frango e fazem parte da maioria dos laticínios gordos) o uso contínuo de medicações específicas é importante para reduzi-lo. A ordem é controlar a ingestão e não radicalizar na retirada total do seu cardápio. Novidades no tratamento estão chegando baseadas em pesquisas genéticas. 
Voltando para os exercícios, consideramos como produtor de bons resultados para a saúde, perto de 50 minutos, três a quatro vezes semanais. Os benefícios aparecerão próximo das 12 a 14 semanas. A frequência não precisa ser intensa, o nível moderado é suficiente. Isto é: manter o seu pulso ao redor de 195 menos a idade. 
Cardiologista dá dicas para elevar o colesterol bom e diminuir o ruim

Claro que atletas tem outros níveis de treinamento, pois o objetivo é outro. O incrível é que nem eles têm valores obrigatoriamente baixos do colesterol ruim. Nas avaliações de equipes profissionais encontramos atletas com níveis elevados de colesterol total e do ruim, pelos abusos alimentares ou por genética familiar.

Pense no que quer para a sua saúde, ser cuidadoso só irá trazer prazer e qualidade de vida. Incentive a vida saudável na sua família desde a alimentação, como também na prática daatividade física e no importante tratamento medicamentoso, se for necessário. Desconhecimento científico e pseudo polêmica tem aparecido vez ou outra na mídia, tudo na base do "eu acho". Na dúvida, converse com um médico e siga a prevenção regularmente.
*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com
EuAtleta Nabil Ghorayeb Cardiologia Especialista (Foto: EuAtleta)
NABIL GHORAYEB 
Doutor em Cardiologia pela FMUSP, Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte, chefe do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e do Hospital do Coração, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia, além de ter recebido o Prêmio Jabuti de Literatura em 2000.www.cardioesporte.com.br
http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/2015/08/exercicios-como-natacao-corrida-ou-ciclismo-aumentam-o-colesterol-bom.html

Destinos perfeitos para quem gosta de pedalar

Publicado por  em 12 de agosto de 2015 às 11:24
O Brasil é um pais repleto de paisagens de tirar o fôlego e um contato único com a natureza levaram os cliclistas a ampliar seus percursos e fazer do pedal, uma viagem.
cicloturista
Entre os destinos preferidos para quem gosta de pedalar e fazer trilhas de bike estão:

Campos do Jordão, SP

Conhecida como Suíça Brasileira, Campos do Jordão já atrai os ciclistas pelo clima agradável e o relevo formados por montanhas e estradas sinuosas. Já na cidade os passeios são variados, como Morro do Elefante, Horto Floresta e, para quem gosta de fazer trilha, uma das opções é o trajeto do “Desafio da Mantiqueira”, com aproximadamente 60 km.

Chapada Diamantina – BA

Uma das paisagens mais belas do país e um destino perfeito para quem busca o eco turismo, e pode fazer isso em duas rodas. Há trilha para todos os níveis de ciclistas e paisagens com cachoeiras, como a do Buracão. Para os ciclistas mais preparados há trilhas de sete dias, que partem de Lençóis a caminho de Ibicoara. Você ainda é contemplado pelo passeio a caverna Poço Azul, formada por águas cristalinas e azuladas.

Circuito do Vale Europeu, SC

Graças à herança europeia do uso de bicicletas, a região de Santa Catarina deu origem ao primeiro circuito ciclístico intermunicipal do Brasil: o Circuito de Cicloturismo do Vale Europeu. Ao todo são 300 km de percurso que atravessam nove municípios da região. Belos lagos cercados pelas montanhas e cachoeiras completam o cenário, e ainda é possível aproveitar a cultura e culinária típica alemã.
ImageProxy

Estrada Real, MG/SP/RJ

Um dos destinos preferidos dos aventureiros, o Caminho Velho da Estrada Real vai de Ouro Preto até Paraty. Com subidas curtas e longas, os 320 km marcam caminhos repletos de uma cultura rica e áreas da mata atlântica. Uma das cidades, Cunha, recebe este ano o L’Etape Brasil by Le Tour de France, no dia 25 de outubro. Primeiro ano da prova no Brasil, Cunha vai entrar para o circuito mundial de ciclismo e a prova deve atrair três mil ciclistas.

Fernando de Noronha – PE

A ilha pernambucana muito procurada por praticantes do surfe e mergulho caiu no gosto dos ciclistas. Com estradas de pouco movimento e paisagens belíssimas, o ciclista poderá fazer passeios para Praia do Leão, Mirante das Canárias e Projeto Tamar, onde há uma descida, com o visual do Morro do Pico ao lado direito. Tanto que a Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer de Pernambuco lançou recentemente um projeto “Bike Noronha” com a proposta de, até outubro, instalar 105 bicicletas gratuitas para uso dos moradores e turistas de Fernando de Noronha.
http://www.embarquenaviagem.com/2015/08/12/destinos-perfeitos-para-quem-gosta-de-pedalar/

Sorocaba - Prefeitura formou mais um grupo de ciclistas da Terceira Idade

Prefeitura formou mais um grupo de ciclistas da Terceira Idade

da assessoria de imprensa da prefeitura de Sorocaba

Com direito a um passeio ciclístico pela ciclovia da avenida Dom Aguirre, 53 sócios do Clube do Idoso “Carlos Alberto Moura Pereira da Silva” e da Chácara do Idoso Clube participaram na manhã desta terça-feira (dia 11) da formatura da Escola do Pedala da Terceira Idade, no Clube do Idoso. Realizadas pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Urbes – Trânsito e Transportes e da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), as atividades integram a programação do mês de comemorações do aniversário da cidade.
A Escola do Pedala Terceira Idade faz parte do Programa Mobilidade na Terceira Idade e engloba também o projeto Tempo Amigo, que orienta os idosos a reconhecerem as dificuldades sensoriais da própria idade e a compensá-las de outra forma, visando sua segurança, além de resgatar os conhecimentos sobre trânsito e novas estratégias para aumentar a confiança pessoal nos trajetos.
“Este é um dia muito especial, mais uma conquista para a vida de vocês. Parabéns a todos que venceram principalmente o medo para participar da Escola do Pedala”, destacou Iara Santoro, da Coordenadoria do Idoso da Secretaria de Desenvolvimento Social.
A engenheira Ana Maria Nogueira Bastos Mustarra, de 60 anos, foi uma das alunas a fazer o passeio ciclístico e receber o diploma da Escola do Pedala. “Adorei participar e se eu puder faço tudo de novo. Andava de bicicleta quando era criança, mas depois de quase cinquenta anos sem andar… Meu filho não queria que eu participasse, falava que eu iria me arrebentar toda”, brincou. A aluna, que mora no Jardim Paulistano, frequenta o Clube do Idoso de segunda a quarta-feira, onde faz também aula de tai chi chuan, dança circular, alongamento e yoga.
Quem superou seus medos e também conquistou o diploma foi a aposentada Edinalva Pinheiro, de 66 anos, moradora do Jardim Zulmira. “Nunca tinha andado de bicicleta. Era um sonho que eu tenho desde criança. Amei participar da Escola do Pedala e vou fazer de novo as aulas”, afirmou a munícipe. A sócia frequenta o Clube do Idoso desde fevereiro deste ano e ainda faz fisioterapia, ginástica e academia. “Amo este lugar, é maravilhoso, não tenho nem palavras”, elogiou a aposentada.
Sobre a Escola do Pedala da Terceira Idade
Os alunos passaram por aulas práticas para manter o equilíbrio em cima da bicicleta e pedalar seguindo um trajeto completo, recebendo instruções sobre como frear e fazer curvas. A meta principal da atividade foi formar um grupo de ciclistas de terceira idade consciente da maneira correta de pedalar nas ciclovias e demais vias da cidade, além de promover a saúde por meio da atividade física.
A Escola do Pedala da Terceira Idade emprestou as bicicletas e os capacetes aos alunos, que receberam instruções sobre regras de trânsito envolvendo bicicletas, compartilhamento das vias, noções de segurança pessoal e coletiva, importância da prática regular de exercícios físicos, possibilidade de transporte através do uso das bicicletas.
Os sócios do Clube e da Chácara do Idoso já podem se inscrever para participar da próxima turma do projeto. A aula teórica acontecerá no dia 25 de agosto, a partir das 14h, na sala de cinema do Clube e mostrará um pouco da história da bicicleta, dos itens de segurança para se pedalar e o que é o Programa Pedala Sorocaba. Já as aulas práticas começam no dia 26, com turmas divididas nos seguintes horários: às 8h30, às 9h30 e às 10h30, durante dois meses.
O Clube do Idoso está localizado ao lado do Centro Esportivo “André Matiello”, bairro de Pinheiros.
http://www.sorocabafacil.com.br/noticias/prefeitura-formou-mais-um-grupo-de-ciclistas-da-terceira-idade-8827

Senado aprova proposta que prevê disponibilização de bicicletas públicas

postado em 12/08/2015 17:49

Agência Estado
Brasília, 12 - Senadores aprovaram na manhã desta quarta-feira, 12, na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) uma proposta que prevê a disponibilização de bicicletas públicas pelos governos. A novidade consta de um projeto que altera a Política Nacional de Mobilidade Urbana, de 2012, que visa a fortalecer o transporte cicloviário na política de mobilidade urbana.

Por tramitar em caráter terminativo, a proposta seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados, exceto se ocorrer recurso de senadores para levá-la ao plenário da Casa.

O texto, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP), determina que bicicletas de uso compartilhado terão de fazer parte da infraestrutura de mobilidade urbana, passando a fazer parte da política nacional. A proposta prevê que qualquer pessoa, por tempo determinado, poderá usar essas bicicletas "gratuitamente ou mediante pagamento módico".

O projeto também pretende alterar a lei de 2012 para deixar claro que o sistema cicloviário, além das bicicletas de uso compartilhado, terá de conter ciclovias, ciclofaixas, semáforos, estacionamentos e sinalização. A legislação em vigor diz apenas que também faz parte da política de mobilidade urbana o uso de modos de transporte não motorizado, isto é, "aqueles que se utilizam do esforço humano ou tração animal".

Na justificativa à proposta, Randolfe disse que a solução do impasse da mobilidade urbana passa indiscutivelmente pela ampliação e barateamento do transporte coletivo. Contudo, ele disse que é preciso desestimular o uso do automóvel e estimular o da bicicleta.

"Grande parte dos deslocamentos ocorre em distâncias relativamente curtas, que poderiam ser percorridas de bicicleta, desde que a viagem pudesse ocorrer de forma segura e confortável. O modo de transporte cicloviário também pode atuar como complemento importantíssimo do transporte coletivo, sob a forma de redes capilares de alimentação e distribuição, associadas às estações de metrô utilizadas pelas pessoas que vivem ou trabalham no seu entorno", disse o senador do PSol.

fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2015/08/12/interna_nacional,677735/senado-aprova-proposta-que-preve-disponibilizacao-de-bicicletas-publicas.shtml

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Primeira bicicleta “inrobável” do mundo entra em produção

bicicleta que nao pode ser roubada (4)

Três jovens empresários chilenos criaram o que eles chamam de a “primeira bicicleta ‘inrobável’ do mundo”.
Como todos os ciclistas, eles já foram vítimas dos sacanas ladrões de bike. Assim, procuraram uma solução para esse problema: uma armação que pode ser desmontada e reconectada para formar um bloqueio em torno de qualquer árvore, poste ou bicicletário, em apenas 10 segundos.
Como a estrutura é de aço, a única forma de tirar a bicicleta de onde ela está conectada é cerrando o veículo, o que o tornaria inútil.

197 bikes vendidas

Recentemente, 300 das bicicletas foram colocadas em produção. Após a criação de um protótipo bem sucedido, Cristóbal Cabello, 22 anos, Andrés Roi Eggers, 23, e Juan José Monsalve, 24, deixaram o seu curso universitário para dedicarem-se em tempo integral ao projeto.
Um investimento de US$ 100.000 de um fundo estatal foi usado na fase de pesquisa e desenvolvimento, mas eles se voltaram para o site de crowdfunding Indiegogo para vender seu primeiro lote.
O produto, conhecido como Yerkas, foi comprado 197 vezes. “Escolhemos crowdfunding porque é a maneira mais fácil de levar o produto a todo o mundo”, explica Cabello, CEO da start-up. “É uma página internacional e bem conhecida, e os clientes podem pagar com segurança com um cartão de crédito”.
Os componentes mecânicos da bicicleta são feitos em Taiwan, e a estrutura na China. A montagem foi confiada a uma fábrica especialista em Xangai.
bicicleta que nao pode ser roubada (3)

Quem comprou

Cerca de metade das bikes foram encomendadas por clientes nos Estados Unidos, um terço na Europa, e algumas outras na Austrália, Hong Kong e Nova Zelândia. Apenas 15% das bicicletas foram vendidas no Chile. “Eu acho que é a cultura”, diz Cabello. “No Chile, não temos a cultura de andar de bicicleta e a infraestrutura não é boa. Mas isso está mudando”.
A start-up vendeu as primeiras 100 bicicletas por US$ 400 (cerca de R$ 1412), e em seguida aumentou o preço para US$ 500 (cerca de R$ 1765). No futuro, o produto deve subir para US$ 600 ou mais (cerca de R$ 2120), dependendo de onde você estiver comprando.
O custo das entregas globais deixou os fundadores de Yerka sem lucros com o primeiro lote. Cabello diz que 50% do preço foi em produção, os outros 50% na distribuição, administração e custos legais para patentes. “Sabíamos disso. O que é importante é que as pessoas se conheçam as Yerkas em todo o mundo”, afirma.

No futuro

Os três empresários já pediram 100 bicicletas extras, que eles pretendem vender no Chile, para então visar o mercado norte-americano em 2016. Eles vão esperar o feedback dos clientes antes de aumentar a produção e atingir mercados globais.
Eles também querem tornar o veículo bem conectado com a tecnologia, uma tendência crescente.
Para fazer isso, estão buscando investimento de US$ 1 milhão de financiadores nacionais e internacionais.
fonte http://hypescience.com/primeira-bicicleta-inrobavel-do-mundo-entra-em-producao/