terça-feira, 26 de maio de 2015

VÍDEO MOSTRA QUEDA DE CICLISTA QUE PASSOU NO SINAL VERMELHO

Um vídeo publicado na internet mostra por que as pessoas que andam de bicicleta devem respeitar a sinalização de trânsito. Um motociclista com uma câmera no capacete gravou o momento em que um ciclista tenta avançar o sinal vermelho.
Quando ele ultrapassa o semáforo, um ônibus passa no cruzamento, fazendo com que ele caia na avenida. Por sorte, ele percebeu a chegada do ônibus antes de estar na frente do veículo - pegou a bicicleta de raspão. Ao cair no chão, alguns pedestres entram na rua para ajudá-lo, mas ele se levanta logo depois.
Em seu perfil, o homem que gravou a cena diz morar em Manchester, no Reino Unido. No YouTube, ele fez uma atualização na descrição do vídeo dizendo que recebeu um comentário de uma pessoa que alegou ser o ciclista. No comentário, o suposto ciclista diz que, naquele momento, achou que o semáforo tinha acabado de ficar vermelho, por isso acelerou para tentar passar. Quando percebeu que não teria tempo, acionou o freio, mas o dianteiro não funcionou, o que fez ele chegar tão perto do ônibus.
http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2015/05/video-mostra-queda-de-ciclista-que-passou-no-farol-vermelho.html

terça-feira, 19 de maio de 2015

Como voltar a andar de bicicleta pode se tornar interessante

Adaptado da Arthritis Today*, a revista de saúde, publicado pela Arthritis Foundation.

Você pode nunca esquecer como andar de bicicleta, mas você pode ter esquecido como pode ser divertido. A boa notícia? Com as bicicletas de alta tecnologia e ergonômicas de hoje e seus acessórios, você pode reviver a alegria (e benefícios para a saúde) da bicicleta, sem terminar com as articulações doloridas. Aqui está o que procurar:
  • Uma bicicleta concebida para o conforto. A variedade de estilos de quadros de bicicleta disponíveis hoje é uma boa notícia para quem tem joelhos doloridos. Visite lojas de bicicleta para aprender sobre bicicletas reclinadas e "bicicletas conforto" que são feitas para reduzir a tensão no corpo e aumentar a estabilidade.
  • Um assento mais macio. Procure por um gênero específico de selim, gel-acolchoado. Selins com um furo no centro reduzem a pressão na virilha.
  • Pedais adequados. Acalme-se, usando pedais maiores, que requerem que você exerça menor esforço para a propulsão.
  • Rodas de largura adequada. Rodas mais largas absorvem mais os solavancos e buracos no caminho, mas as rodas estreitas requerem que você gaste menos energia para impulsionar a bicicleta. Um meio termo, como um pneu de 1.5 polegadas, é o melhor.
  • Um suave passeio. Garfo dianteiro e suspensão espigão fazem um grande trabalho de absorção de choque nos atritos, para que suas articulações não cumpram esse papel.
  • Muitas marchas. A mudança de marchas permite pedalar com o mesmo número de rotações por segundo, apesar das mudanças de terreno, aliviando a tensão sobre os joelhos. Certifique-se de sua bicicleta oferece muitas marchas - cinco ou mais é o ideal- especialmente se você pretende subir colinas
  • http://www.synvisc.com.br/synviscone/patients/managing-knee-pain/arthritis-foundation-articles/bike-riding-fun.aspx

Primeira ciclovia solar do mundo gera energia — e surpreende

SolaRoad

SolaRoad: fruto de parceria público-privada entre a Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada (TNO) e a empresa Imtech.
São Paulo - Conhecida como o país dos moinhos de vento, dos sapatinhos de madeira e das tulipas, a Holanda também é reduto dos apaixonados porbicicletas. Não por acaso, é lá que se encontra a primeira ciclovia do mundo que capta luz solar e a transforma em energia elétrica. 
Nos primeiros seis meses de teste, a ciclovia protótipo, inaugurada em novembro de 2014, apresenta resultados que já superam as expectativas de seus criadores.
"A estrada gerou mais de 3.000 kWh, o suficiente para um scooter elétrico dar 2,5 voltas ao redor do mundo ou para abastecer com eletricidade uma casa por um ano. Não esperávamos um rendimento elevado como esse tão rapidamente", disse a empresa em nota.  
Conhecido como SolaRoad, o projeto é fruto de uma parceria público-privada desenvolvida pela Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada (TNO) em parceria com a empresa de tecnologia Imtech. 
Com 7 quilômetros de extensão, a ciclovia é feita de uma base de concreto que varia de 2,5 a 3,5 metros de largura coberta por uma camada de células solares de silício.
O sistema gerador fica protegido por uma placa de vidro temperado resistente às pedalas dos ciclistas e, segundo os criadores, forte o suficiente para suportar até mesmo o peso de uma caminhão.
Ao lado da pista revestida, há outra faixa que é utilizada para referência e para testar vários revestimentos.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Seguindo onda do food truck, empresários apostam nas bikes para levar produtos aos clientes

Ali vai de tudo: suco, brigadeiro, bolo, café e outras delícias que você quiser

As irmãs e sócias na Cadê Meu Brigadeiro, Mônica e Fernanda Galan, viram a food bike em Portugal e, depois de uma Kombi adaptada para vender doces, customizaram uma bicicleta
Abrir um negócio com baixo investimento e pouco risco é o sonho de 10 entre 10 empreendedores. Um sonho que pode muito bem ser realizado. Depois da onda dos food trucks, que trouxeram charme e um toque gourmet para as comidas comercializadas nas ruas, é a vez de o food bike chegar à capital mineira. A novidade já virou mania em São Paulo, onde há bicicletas especialmente montadas para vender vinho, brigadeiro, hambúrger, café, sucos, chup-chups, bolos, cupcakes e o que mais vier à cabeça de quem tem um talento culinário e quer testá-lo sem correr grandes perigos (e investimentos). Em Belo Horizonte, a moda começou com a Kiwi Sucos e a Cadê Meu Brigadeiro. Mas a tendência é que se espalhe pela cidade. A novidade promete encher as ruas de charmosas bicicletas personalizadas para o comércio, emprestando um toque de colorido retrô à cidade.
O empresário Dimitri Oliveira, da Kiwi Sucos, conta que começou a pensar na possibilidade de abrir uma empresa de sucos em 2008, quando morava na China e conheceu uma rede de franquia de sucos integrais de alto padrão. Em 2012, já no Brasil, mais precisamente em Barbacena, na Zona da Mata, ele teve a ideia de montar uma food bike e pôs o veículo para rodar – e vender sucos – nas ruas da cidade. “No início foi complicado, porque as pessoas em Minas, principalmente no interior, olham para as novidades com desconfiança, mas depois, com o boca a boca, o mercado foi conquistado.” Em seguida, toda a logística foi transferida para a capital mineira, com uma loja na Avenida Contorno e uma franquia no Bairro Mangabeiras.



Oliveira explica que o público mais frequente de um empreendimento está a cerca de 100 metros de sua localização. E é essa área de influência primária que faz um negócio girar. Como forma de aumentar o raio de abrangência da Kiwi Sucos sem gastar muito dinheiro, a opção foi partir para a food bike. “Um café tem área de influência de 100 metros. No caso de uma Starbrucks (rede norte-americana de cafés), são três quilômetros. Já para a Disney, são 15 mil quilômetros. Usamos a food bike para expandir nossa área de influência, que hoje já chega a 1,5 quilômetro graças ao food truck e à food bike, que funcionam como unidades móveis, conquistando clientes que consomem os sucos das nossas lojas mesmo estando longe delas”, explica.

E a aposta deu certo. Em tempos de economia estagnada, o número de atendimentos avança 25% ao mês e a food bike já responde por 10% a 15% do faturamento da empresa. “A maior parte do público são mulheres entre 18 e 40 anos”, avisa o empresário. Além de percorrer diariamente rotas predeterminadas na região da Savassi e avenidas do Contorno e Afonso Pena, fazendo as vendas de “porta em porta”, a food bike da Kiwi também costuma ser contratada para eventos. Os sucos, que custam entre R$ 6 e R$ 8 – os sabores mais pedidos são detox, yakult com morango, abacaxi ou maçã e os funcionais, como os antioxidantes e supervitamina C – são levados num triciclo adaptado, com uma caixa refrigerada por placas de gel.

Mônica Drummond Galan, sócia do Cadê Meu Brigadeiro, que surgiu em forma de um food truck que fica estacionado em algumas ruas de BH, conforme roteiro divulgado diariamente no Facebook, viu na food bike uma saída para atender ao mercado de eventos, já que a Kombi dos brigadeiros não entra em qualquer lugar. A nova modalidade de negócios sobre rodas foi vista pelos proprietários pela primeira vez em Portugal e depois em São Paulo. “Achamos que a ideia era legal e conseguimos uma pessoa para fazer a bicicleta do jeito que imaginamos. Isso ocorreu há três meses e o investimento foi de R$ 8 mil”, diz. Agora, a food bike está presente em festas, casamentos, eventos empresariais e até em shoppings centers. “A participação no faturamento é pequena, mas essa modalidade de vendas é ótima para divulgar a Cadê Meu Brigadeiro. Não vai demorar e muita gente vai querer fazer igual, trabalhando com outros produtos”, acredita.

TRICICLOS ADAPTADOS Rodrigo Frade, gerente da Dream Bike em São Paulo, explica que a empresa produz triciclos adaptados para empresas há 17 anos, mas em setembro de 2014 a onda dos food trucks puxou a demanda pelas food bikes. “Quem vai trabalhar com venda de brigadeiro não precisa de um caminhão. Daí começou a surgir essa demanda e passamos a montar o padrão de triciclo. São três modelos e cada cliente customiza o seu, adequando o veículo às suas necessidades e adesivando”, explica. Cada triciclo custa R$ 3,1 mil. Segundo ele, na carretinha do veículo é possível montar uma vitrine. “Tenho clientes que trabalham em feiras de rua e também os que atendem às empresas que organizam eventos em pavilhões. A escolha depende dos produtos comercializados. Quem trabalha com café, por exemplo, tem muito mais chances de vender num centro de convenções”, observa.

“Além de funcionar como um resgate da tradição, as food bikes são mais uma inovação quando o assunto é comercializar comida, e têm tudo para substituir as antigas barraquinhas iluminadas por luzes coloridas em volta de uma praça”, afirma Mônica Alencar, analista da unidade de comércio, serviços e artesanato do Sebrae em Minas. Na opinião dela, a sofisticação chegou às ruas a bordo do food truck, que traz em seu bojo o conceito de inovação industrial por meio da oferta de novos equipamentos. “Agora, estão surgindo derivações, como a bicicleta”, observa. A novidade leva comodidade ao consumidor, que ganha de volta o conforto de comprar de porta em porta. “Em geral, esses prestadores de serviço conseguem fidelizar o cliente mais rápido, porque oferecem atendimento diferenciado”, analisa.
Veja fotos:
http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/05/17/internas_economia,648475/seguindo-onda-do-food-truck-empresarios-apostam-nas-bikes-para-levar.shtml

sexta-feira, 15 de maio de 2015

1° Desafio 80 km de Ciclismo - Itabirito - MG / 2015

Boa tarde, amigos.

Sei que todos que se inscreveram no 1° Desafio 80 km de Ciclismo Itabirito MG / 2015 merecem uma homenagem nossa, Mas esta é especial.
Está confirmada a presença de um ÍCONE do CICLISMO BRASILEIRO em nosso evento e todos vocês terão o PRAZER ou melhor a HONRA de pedalar ao lado dele.
Se trata de Seu Guilherme ( Guilherme João)
Te aguardamos com muita ansiedade e carinho.
Frango

terça-feira, 12 de maio de 2015

1°Desafio 80 Km - Itabirito - 2015 NESTE DOMINGO!


VENHA DESAFIAR OS SEUS LIMITES!
Não é competição. 
Vale qualquer modelo de bicicleta 
Data: 17 de  maio de 2015 (domingo)
Concentração: 6:00 h da manhã - Praça da Estação - Itabirito - MG (Praça Dr. Guilherme)
Largada: 8:00 h da manhã.
Chegada: no máximo 6 horas após a largada.


Inscrições:
Inscrições encerradas pelo site. R$5,00 da inscrição será destinado à doação
Faremos inscrições através de depósito bancário no valor de R$70,00 até 15/05/2015 sexta feira até às 17:00 h entre em contato com o organizador.
No dia do evento será cobrado como inscrição o valor de R$120,00 
Na confirmação da inscrição é obrigatório levar assinado o termo de responsabilidade ou perderá o direito de participar e não será devolvida a inscrição.
Não faremos reserva de inscrição.


Demerson Furtado Pulis Gomes
Diretor
Pedal do Frango Eventos


Patrocínio:
Atletas inscritos

Apoio:

Prefeitura de Itabirito - MG
Federação Mineira de Ciclismo
Rogério Pacheco - Atleta
GWR - Ferramentas em geral e peças para tratores
RDMec Industrial
Delta Service - Manutenção e assistência técnica em computadores

Amazoo Açaí 

Realização:
Pedal do Frango Eventos

Supervisão
Liga Mineira de Ciclismo - LMC

Federação Mineira de Ciclismo - FMC

Número de acidentes com ciclistas cresce 44% em Belo Horizonte

Investimento em ciclovias e aumento no número de adeptos do transporte em BH não são seguidos de conscientização de motoristas. Atendimentos no HPS dispararam em 2015 em comparação com o ano passado
postado em 12/05/2015 06:00 / atualizado em 12/05/2015 07:21
Guilherme Paranaiba


Combinação de desrespeito dos condutores de automóveis e de falta de uso de equipamentos de proteção pessoal por muitos ciclistas resulta em mais desastres e ferimentos mais graves
O medo sobre duas rodas já não anda apenas movido a motores: cada vez mais chega aos pedais. De carona no investimento em ciclovias e no incentivo ao uso de bicicletas em Belo Horizonte, o número de ciclistas e garupas atendidos no Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul da capital, disparou. O aumento foi de 44%, na comparação entre 2015 e 2014. De janeiro a abril deste ano, foram 144 atendimentos, contra 100 no mesmo período do ano passado. A estatística chama ainda mais a atenção quando se verifica que, entre todos os dados relativos a feridos em acidentes de trânsito, aqueles envolvendo adeptos da bicicleta foram os únicos que aumentaram no período. Os casos relacionados a motociclistas, pedestres e ocupantes de outros veículos feridos diminuíram no maior pronto-socorro de Minas Gerais, na mesma comparação (veja arte).

Para usuários das bikes e especialistas em trânsito, uma série de fatores ajuda a entender a situação. O principal é o aumento que vem sendo verificado na circulação de bicicletas – o que as torna mais expostas – mas o quadro também está relacionado ao desconhecimento dos motoristas e à falta de respeito, já que a preferência de que desfruta esse tipo de transporte muitas vezes é simplesmente ignorada. Mas a estrutura disponibilizada pela BHTrans também é apontada como responsável por ocorrências, além de erros cometidos pelos próprios ciclistas. Um deles é dispensar o uso de equipamentos de segurança, uma constante nos atendimentos do Hospital João XXIII, atitude responsável por aumentar a gravidade dos ferimentos.

Um dos atendimentos contabilizados em 2014 no João XXIII foi o do vereador Adriano Ventura (PT). Ao transitar de bicicleta pela Avenida Tereza Cristina, na Região do Barreiro, ele foi surpreendido por um carro que não respeitou a parada obrigatória, vindo da Avenida Olinto Meireles. “Ele bateu na parte de trás da bicicleta e me jogou a dois metros de distância”, relembra o parlamentar, socorrido com escoriações pelo corpo. Acostumado a ir do Barreiro até a Câmara Municipal, na Região Leste de BH, ele conta que o aumento do número de bikes na cidade não surtiu efeito na cabeça dos condutores de carros maiores. “Os motoristas não entenderam que bicicleta é um veículo que precisa de preferência. Hoje (ontem) mesmo quase fui atropelado no Barreiro. É como se eu fosse invisível”, afirma.

Quem também parou no João XXIII foi o advogado José Custódio Pires Ramos Neto, 24 anos. Em dezembro de 2013 ele treinava na orla da Lagoa da Pampulha, quando foi vítima de um motorista irresponsável. “A ciclovia estava com tapumes perto de um clube, devido a preparativos para a festa de virada do ano. Escutei um grito e vi uma pessoa no lado do passageiro do carro me mandando ir para a ciclovia. Logo depois, levei uma fechada e caí em um dos blocos de concreto que separam a pista dos ciclistas da rua”, afirma. Com os relatos de outros ciclistas de que o motorista havia tentado fazer a mesma coisa momentos antes, ele registrou um boletim de ocorrência, mas o condutor não foi identificado.

O advogado aponta que problemas na configuração da ciclovia também contribuíram para o resultado, com escoriações diversas, pontos no antebraço e uma lesão no pescoço. “Se não houvesse aqueles blocos de concreto, talvez eu conseguisse me equilibrar depois da fechada, mas do jeito que está, não teve jeito. A prefeitura colocou em um espaço muito estreito uma ciclovia de mão dupla. Inviabiliza a presença dos ciclistas que querem treinar e andam, em média, a 30km/h”, afirma.



Palavra de especialista

Marcelo Lopes Ribeiro, coordenador da Internação e chefe das equipes de plantão do HPS João XXIII
Respeito e proteção são fundamentais
Com o aumento do número de ciclovias em Belo Horizonte e a disponibilização de pontos de compartilhamento de bicicletas, mais pessoas estão usando esse meio de transporte. Nesse contexto, é extremamente importante o uso dos equipamentos de segurança e quem costuma pegar as bikes nessas estações compartilhadas não tem usado esse assessórios. De cada 20 acidentados que dão entrada no João XXIII, apenas um usa algum tipo de proteção. O mais comum são ferimentos em membros inferiores, como pés, pernas, coxas e joelhos. Em caso de atropelamentos, em que as pessoas são ejetadas, há exemplos de traumatismo cranioencefálico leve, mas também há casos graves, principalmente quando a vítima não usa capacete.


Veja fotos:
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2015/05/12/interna_gerais,646504/numero-de-acidentes-com-ciclistas-cresce-44-em-belo-horizonte.shtml

terça-feira, 5 de maio de 2015

Como escolhar a primeira bicicleta

Arquiteto mineiro cria bicicleta anfíbia para andar na água e na terra



Apaixonado pela natureza e bem preocupado com os problemas urbanos, especialmente a mobilidade, o arquiteto mineiro Argus Caruso Saturnino encontrou uma forma inusitada de viajar, praticar esportes, ajudar a desatar os nós no trânsito e, por que não?, se divertir. Depois de três anos debruçado sobre a prancheta e mais quatro meses de execução do projeto, ele criou um meio de transporte inédito no mundo: pedala, no solo, como qualquer bicicleta, mas também pode navegar com vela e flutuadores.

Leia a matéria no em.com.br: http://www.em.com.br/app/noticia/gera...

Alex Dowsett assina novo recorde da hora


O ciclista britânico da Movistar bateu a marca de Rohan Dennis por 446 metros.

HUGO PICADO DE ALMEIDA

Alex Dowsett assina novo recorde da hora
Alex Dowsett, ciclista britânico de 26 anos, bateu ontem, em Londres, o recorde da hora, ao pedalar 52,924 km. Ao cabo da hora de prova, Dowsett tinha percorrido mais 446 metros do que a anterior melhor marca, que pertencia ao australiano Rohan Dennis.
A tentativa de Dowsett foi pelo próprio justificada como uma mensagem de apoio aos jovens que sofrem de hemofilia, como o próprio ciclista da Movistar«Independentemente da adversidade, temos de tentar fazer o nosso melhor (...). Este é um dia que nunca esquecerei e espero que seja um dia que muitos jovens hemofílicos também não esqueçam.», rematou Dowsett.
O mais famoso recorde do ciclismo registará nova tentativa no dia 7 de Junho, quando também em Londres o britânico Bradley Wiggins, vencedor do Tour de France 2012, entrar em pista.
http://www.vavel.com/pt/ciclismo-pt/484397-alex-dowsett-assina-novo-recorde-da-hora.html

Food bike usa bicicleta e carro para vender hambúrguer, doce e vinho.

 em Brasil 4 de maio de 2015 - 07:30:15

  Depois da onda dos food trucks, outro modelo de negócio começa a ganhar as ruas: as food bikes, empresas sobre bicicletas. As magrelas chamam a atenção por onde passam, ajudando na divulgação de negócios como hamburgueria, vitrine de doces e até loja de vinhos.
  Mas não é um negócio totalmente verde. As bicicletas são usadas mais como marketing, para atrair o interesse, mas não conseguem levar todos os equipamentos necessários. Os empresários têm de usar carros de apoio, ainda mais numa cidade com ladeiras como São Paulo.
O negócio tem investimento baixo. Uma bicicleta cargueira pode ser transformada em estrutura de food-bike a partir de R$ 1.900, segundo consulta feita pelo UOL. No entanto, há ainda os custos de operação e de estoque e, muitas vezes, o apoio de um carro para levar a estrutura até o ponto de venda também é necessário.

O fotógrafo Danilo Tanaka largou a profissão e investiu mais de R$ 15 mil para transformar uma bicicleta em hamburgueria itinerante. Em 22 de setembro de 2014, Dia Mundial Sem Carro, o Bike Burguer inaugurou na avenida Paulista, onde Tanaka tem um ponto fixo de segunda a sexta. Nosite da prefeitura, há informações sobre autorização. Ele vende mais de 200 sanduíches por dia, com preços de R$ 12 a R$ 18.

Quis juntar duas paixões, que são andar de bike e fazer hambúrguer. Até pensei em um food truck, mas quando vi o preço, achei impossível. Eu sabia que tinha bicicletas cargueiras que o pessoal leva água e caixas de cerveja e que resistiria a bastante peso, então, pesquisei e encontrei um fabricante, que personalizou o projeto”, diz.

Food bike: conheça a bicicleta que virou hamburgueria

Bicicleta foi forma de criar marca e tornar brownie conhecido

Bianca Costa Mecchi também deixou a profissão para se dedicar à cozinha. A jornalista fazia brownies por encomenda quando sentiu a necessidade de criar uma marca e estar mais perto do público. O alto custo de uma loja ou food truck a fizeram optar pela bicicleta, que custou cerca de R$ 5.000. “Quando é perto, coloco todos os doces na caixa e pedalo. Se não, preciso do apoio de um carro.”

A ideia inicial era vender os doces na rua. Mas percebeu que havia mais demanda em eventos, como inaugurações e festas de casamento. Ela cobra, em média, R$ 600 por seis horas, mas o preço varia de acordo com a quantidade de brownies e a distância. O faturamento e o lucro não foram divulgados. “A bicicleta é um bom marketing. Até o fim do ano, pretendo investir em mais bikes porque há demanda.”
“Bike-adega” nasceu de food truck

A Los Mendozitos, que vende vinhos em taças ou garrafas, fez o caminho inverso. O negócio começou como food truck, mas os sócios resolveram investir em uma “bike-adega” para poder participar de eventos em espaços menores, segundo André Fischer, um dos sócios. No entanto, a estrutura do carro é indispensável.

“A bike é pedalável, mas a adega pesa quase 60 kg, então, levamos numa carreta pequena. Além disso, o estoque da bike é de 30 garrafas, mas, num bom evento, vendemos 200. Ainda precisamos levar cooler com gelo, então, a operação não é autossuficiente. Acaba sendo tão ou mais trabalhosa que a de um food truck”, declara.

Em eventos em locais abertos, a bicicleta também não funciona porque é totalmente exposta, diz Fischer. Para seis horas de serviço em um evento, o preço é a partir de R$ 950. Segundo Fischer, eles fazem de 80 a 85 diárias no mês com duas bicicletas e cinco food trucks. O faturamento e o lucro não foram divulgados.
Custo da bike customizada é baixo, mas negócio é limitado

José Isaías Barbosa é proprietário da Bicicletas Galileus, fabricante de bicicletas de carga. Ele diz que só neste ano já customizou mais de dez bicicletas e a procura só cresce. “Os projetos são personalizados e as características dependem da finalidade do negócio. A customização leva de três a quatro dias, se for sem parar. Enquanto uma bicicleta cargueira comum sai por R$ 1.240, a customizada é a partir de R$ 1.900.”

Karina Muniz, consultora do Sebrae-SP (Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa de São Paulo), diz que a bicicleta é uma estratégia interessante para disseminar a marca e uma alternativa aos altos custos de aluguel. No entanto, sozinha, ela não é capaz de manter o negócio, pode limitar o crescimento e é um modelo facilmente copiável, segundo a consultora.

“Ela é um ponto de distribuição do produto e não o negócio em si. É uma forma simpática de chegar ao cliente, a mobilidade é um ponto positivo. Mas é muito mais uma vitrine, porque o processo produtivo não está nela, é necessária uma estrutura de apoio. Além disso, fica sujeita à chuva, vento, contaminações, então, os cuidados com higiene devem ser redobrados para atender às leis sanitárias.”
Onde encontrar:

Bike Burguer: www.facebook.com/bikeburguer

Brownie Affair: www.facebook.com/brownieaffair

Los Mendozitos: www.facebook.com/losmendozitos

Bicicletas Galileus: www.bicicletasgalileus.com.br

Fonte: Bol.com.br

terça-feira, 28 de abril de 2015

Maceió possui 40 km de vias para bicicletas e 100 mil ciclistas

Meta é atingir 60km em 2016, o que, segundo a SMTT, atenderá aproximadamente 10 mil usuários de bicicletas

 / Tribuna Independente 27 Abril de 2015 - 10:39

Foto: Sandro Lima
Existem 16 pontos exclusivos para bikes na capital, mas cidade possui 30 com volume de ciclistas
Existem 16 pontos exclusivos para bikes na capital, mas cidade possui 30 com volume de ciclistas
Maceió possui um pouco mais de 40 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas e tem como meta atingir cerca de 60km em 2016 para, segundo estudos da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) realizado em 2007, cerca de 100.000 bicicletas.
Boa parte dessa centena de milhar de usuários de bicicleta como meio de transporte são de bairro mais afastados do Centro de Maceió, em especial da parte alta da cidade. É mais comum vê-los dividindo as vias de tráfego com os automóveis logo nas primeiras horas da manhã e no final da tarde.
Contudo, não é raro flagrar veículos automotores transitando pelas ciclofaixas, espaço exclusivo para bicicletas. Ao ciclista, desprovido da segurança de um cockpit, resta torcer para não ser atropelado por um motorista desrespeitoso e apressado.
São 16 pontos com espaço exclusivo para as bikes na capital alagoana, mas a cidade possui 30 pontos com volume de ciclistas. O estudo realizado serviria de base para identificar os locais onde a instalação das ciclovias e ciclofaixas é mais urgente e o planejamento para fazê-lo chamado de Plano de Não Motorizados.
“Este plano nunca aprovado e está no aguardo do Plano Geral de Mobilidade Urbana para Maceió, que está em fase final de desenvolvimento pelo Governo do Estado”, diz a SMTT. Esse mesmo estudo apontou que em alguns trechos, a bicicleta representa 53% do tráfego de veículos.
O jornal Folha de S. Paulo publicou uma tabela com quilometragem de ciclovias e ciclofaixas de 24 capitais brasileiras. Maceió aparece em posição mediana. A cidade com mais espaços para o tráfego de bicicletas é o Rio de Janeiro com 380km e sua meta até 2016 é chegar a 450km. São Paulo apareceu em segundo lugar com 205km com meta de atingir 400km, mas até o final desse ano.
Boa Vista, capital Roraima, não possui nenhum quilômetro de ciclovia ou ciclofaixa construída. As capitais nordestinas com mais vias exclusivas para bicicletas são Fortaleza e Salvador, com 116,4km e 101,1km, e metas até 2016 de 216,6km e 350km, respectivamente.
Bicicleta para fugir do trânsito e para melhorar a saúde
O cinegrafista Gerson Barros começou a utilizar uma bicicleta como meio de transporte há três anos. Ele não conseguia chegar a tempo em seu local de trabalho por causa do trânsito, principalmente na Avenida Fernandes Lima.
“Acredito que cerca de 15% dos trabalhadores que precisam passar pela Avenida Fernandes Lima usam a bicicleta como meio de transporte. O congestionamento é muito grande e estressante”, comenta.
Barros diz que nunca foi atropelado, mas que já foi forçado a subir na calçada. “Um ônibus uma vez me deu uma imprensada. Mesmo na faixa azul, onde penso que deveria ter mais civilidade no convívio com as bicicletas, os motoristas não respeitam muito”.
O cinegrafista faz parte de uma centena de milhares de pessoas que utilizam as bicicletas para se deslocar e não apenas como atividade de lazer. Porém, mesmo para utilizar o equipamento dessa forma é preciso saber se a condição física permite.
Cinegrafista Gerson Barros diz que nunca foi atropelado, mas já foi forçado a subir na calçada (Foto: Arquivo pessoal)
O educador físico e fisioterapeuta Lucas Freire diz que é preciso identificar se o postulante a ciclista possui algum tipo de problema nas articulações, como o joelho, nesse caso, o uso da bicicleta deve ser evitado.
Contudo, ele explica, “pedalar é uma atividade muito mais natural do que possa parecer. Trata-se de um exercício em que a pessoa transporta o seu peso corporal, utilizando-se de uma bicicleta, não sobrecarregando músculos e articulações nem a coluna vertebral. No entanto, é bom frisar que, na prática comum do ciclismo, muitas dores e desconfortos manifestados pelos usuários da bicicleta estão diretamente relacionados à falta de informação e ajustes ergonômicos da bicicleta”.
Gerson Barros afirma que seu condicionamento físico melhorou depois de começar a usar a bicicleta como meio de transporte. “Estou mais disposto. Mas quero destacar que já frequentava uma academia antes de pedalar. Mesmo assim senti falta de ar e minha pressão subia. Fui ao médico e ele me disse que isso era parte da adequação ao novo esforço”.
Freire diz que indivíduos que não praticam atividade física conseguem ter excelentes benefícios à saúde usando a bicicleta como meio de transporte. “Já indivíduos treinados, além de usarem a bicicleta como meio de transporte, deverão programar tempos diários de treino além do fato de ir ao trabalho ou à faculdade, por exemplo”.
MAIS CUIDADOS
Lucas Freire orienta que é preciso escolher o veículo certo para começar a pedalar. Isso evita lesões e desconfortos. “Um dos principais cuidados é em relação à altura do quadro da bicicleta, que deve ser proporcional à altura do ciclista. Se você tem 1m50 de altura, por exemplo, o ideal é um quadro de 14 polegadas. Se a altura é 1m60, ele deve ser de 16 polegadas e assim sucessivamente”.
A altura do selim e a distância do guidão também devem ser levadas em conta. O educador físico. Tudo isso, diz, ajuda a prevenir qualquer tipo de lesão, inclusive na coluna vertebral. “O indivíduo deve colocar o banco medindo três dedos abaixo da crista ilíaca Antero – superior, o osso da bacia. E a distância entre o banco e o guidão deve ser medida com o braço, com o cotovelo apoiado no selim e o dedo indicador no centro do guidão. Essa distância vai garantir o conforto para os ombros e as costas, além do equilíbrio do centro gravitacional do corpo”.
Holanda é considerada o melhor país para uso de bicicletas
Uma empresa de consultoria em infraestrutura da Dinamarca, chamada Kopenhagenzie, publicou um índice em 2011 elegendo as cidades com melhores condições para usar a bicicleta em seu dia a dia. No topo da lista está Amsterdã, capital da Holanda.
Até mesmo em ruas estreitas, a cidade possui ciclovias e ciclofaixas e aos carros resta apenas espaço de uma faixa para trafegarem. Além disso, o transporte público, através dos metrôs e balsas, está integrado ao uso das bikes.
Contudo, Amsterdã enfrenta problemas para guardar tantas bicicletas. A Holanda possui quase uma bicicleta por habitante. Uma a cada duas pessoas que vão a escolas ou universidades usam bicicleta. Um a cada quatro holandeses vai para o trabalho pedalando. São cerca de 30 mil quilômetros de ciclovias e ciclofaixas. Esses dados são da União Nacional dos Ciclistas daquele país.
Só para comparar, São Paulo possui 205km de ciclovias e ciclofaixas e possui cerca de 11,2 milhões de habitantes. A Holanda possui cerca de 16 milhões de habitantes. Mas a capital paulista, mesmo não tendo uma população muito menor que o país europeu, tem menos de 1% de ciclovias que os holandeses.
Em 2012, São Paulo tinha 186km de ciclovias e ciclofaixas. O aumento em pouco mais de dois anos foi significativo. Porém, não sem resistência de moradores dos bairros mais ricos e da imprensa local.
Parte da linha de raciocínio vem dos problemas para trafegar e estacionar os veículos automotores. Parte do discurso é que, por causa desse problema, faltou planejamento. Algo que é semelhante às reclamações, mais fortes no início, sobre a implantação da faixa azul na Avenida Fernandes Lima, em Maceió.
Mesmo sendo uma via exclusiva para ônibus e não para bicicletas, o tom das reclamações era o mesmo. Da falta de lugar para trafegar e estacionar ao planejamento. E, tendo em vista a frequente presença de carros e motos nas ciclofaixas da cidade, esse pensamento se repete em relação ao espaço exclusivo para os ciclistas.
fonte:http://www.tribunahoje.com/noticia/139531/cidades/2015/04/27/maceio-possui-40-km-de-vias-para-bicicletas-e-100-mil-ciclistas.html

Pedalar enquanto lava a roupa? Agora já é possível

Bicicleta/máquina de lavar
D.R.
27/04/2015 | 16:48 |  Dinheiro Vivo
Sabe que o exercício lhe faz bem, mas na hora aparece sempre alguma coisa mais importante para fazer? Então esta inovação é para si. Uma bicicleta associada à máquina de lavar roupa. É isso mesmo, a roupa é lavada enquanto você pedala.
A invenção é da autoria de estudantes da Universidade de Nacionalidades Dalian na China, e basicamente é uma bicicleta incorporada numa máquina de lavar a roupa, a que deram o nome de "Bike Washing Machine" (bicicleta de lavar roupa), ou "BiWa".
O objetivo, dizem os estudantes, "é trazer saúde e comodidade à nossa vida" através da combinação de uma bicicleta estacionária e uma máquina de lavar. Assim já não há qualquer desculpa para evitar o exercício, ou então para acumular roupa no cesto.
De acordo com a descrição fornecida pelos alunos que projetaram a "BiWa", o modo como funciona é muito simples: "Quando você monta esta bicicleta, o movimento de pedalar faz com que o tambor da máquina de lavar comece a rodar; ao mesmo tempo a eletricidade supérflua que é gerada pelo movimento pode ser utilizada para alimentar o ecrã de visualização ou fazer o armazenado para uso futuro ".
A questão está no tamanho, uma vez que é pequena, para caber quase em qualquer lugar. Será, por isso, necessário fazer várias máquinas de roupa, ou seja, pedalar mais vezes para lavar a roupa toda. A vantagem está no exercício e no seu tamanho, mas mesmo os inventores acreditam que não irá, provavelmente substituir a máquina de lavar tradicional ou uma viagem até à lavandaria mais próxima.
fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/interior.aspx?content_id=4535766

O que é o Mountain Bike na sua vida?

domingo, 26 de abril de 2015

A BICICLETA COMO OPÇÃO

25/04/15, 07:44

O trânsito de Teresina cresceu além do que a cidade esperava ou para o qual tinha sido planejada, tornando absolutamente estressante o simples deslocamento de um ponto a outro. Uma das alternativas pensadas para fugir aos constantes congestionamentos é o sistema viário para bicicletas. Atualmente, Teresina dispõe de 24,15 km de ciclovias e 25,85 km de ciclofaixas, aquelas faixas vermelhas pintadas do lado direito da pista para uso dos ciclistas. Ainda é muito pouco diante da extensão territorial da cidade. Mas a Secretaria Municipal de Planejamento está elaborando o Plano Diretor Cicloviário, que encontra-se em fase de diagnóstico. A ideia é definir um padrão viário para bicicletas em função da demanda existente. Já está previsto no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) Mobilidade o investimento para a construção de mais 22 km de ciclovias. O uso da bicicleta como alternativa para fugir ao trânsito caótico dos grandes centros não é mais novidade. Na Europa, essa opção já vem sendo adotada há algum tempo com sucesso. Em Londres, existe um projeto, ainda não aprovado, de utilizar túneis subterrâneos de estações de metrô abandonadas para criar uma ciclovia por baixo da terra, onde qualquer pessoa poderia alugar uma das bicicletas públicas da cidade, que custam uma libra por pessoa por dia ou 50 libras por ano. Chamado de London Underline, o projeto utiliza principalmente o trecho das estações do centro da cidade, incluindo também alguns túneis que ligavam abrigos anti-bombas durante a Segunda Guerra. É bem verdade que o clima europeu ajuda. Aqui em Teresina o sol forte desencoraja as pessoas a trocarem o conforto do carro pelo esforço da bicicleta. Os que se aventuram a pedalar pela cidade, em boa parte, o fazem como prática esportiva à noite ou aos finais de semana. Ainda assim, muitos trabalhadores que não dispõem de dinheiro para comprar um carro ou motocicleta poderiam usar mais a bicicleta se tivéssemos mais estrutura urbana para que eles pudessem circular com segurança.

fonte: http://cidadeverde.com/claudiabrandao/67791/a-bicicleta-como-opcao

Empreendedor fatura com restauração de bicicletas antigas



Caloi 10 restaurada: Rodrigo começou a restaurar como um serviço quando trabalhou com uma bike do mesmo modelo
Mariana Fonseca, deEXAME.comSiga-me

São Paulo - A porta de entrada do então designer de revistas Rodrigo Villas, 31 anos, no mundo do empreendedorismo surgiu quando ele jogava futebol com os amigos, em uma conversa informal. "Acabei falando sobre como abandonamos algumas das bicicletas urbanas mais incríveis que já foram fabricadas no Brasil por estilos como mountain bikes", conta. Um amigo de Villas, então, propôs um desafio: restaurar uma Caloi 10.

O empreendedor encontrou obstáculos após aceitar o desafio, em 2013, mesmo já cuidando da sua própria bicicleta. "Eu comecei a mexer com bicicletas em 2010, mas nunca tinha feito isso como serviço. Eu sempre ia de bicicleta para o trabalho, então mudava alguma coisa, pintava. Foi com o tempo que fui descobrindo o que dava pra fazer. Queria fazer uma e não conseguia encontrar nada", conta Villas, que cita a Monaco como a bike que deu origem às suas pesquisas.

O desafio com a Caloi 10 abriu as portas para pedidos de outros conhecidos. Com o tempo, ele aprendeu, na tentativa e erro, como restaurar bicicletas e como encontrar fornecedores e parceiros. Há dois anos, ele decidiu largar seu emprego de vez para se dedicar à restauração e estilização de bikes: nasceu o Studio Vila, uma oficina no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

A ideia era dar vida nova a uma bicicleta com um preço que cabe no bolso de um ciclista. O cliente típico da empresa é o que tem uma magrela encostada na garagem e não quer se desfazer dela por razões emocionais e porque valoriza o investimento.

"As bicicletas antigas e restauradas, muitas vezes, têm qualidade melhor que uma opção que está à venda hoje. Sem falar na vantagem de escolher cores e acessórios em vez de pagar por um combo", avalia o empreendedor. "Restauro bicicletas antigas, mas com um samba para cada uma".

O estúdio já fez 40 bicicletas, sendo que 36 delas foram feitas sob demanda. As outras são magrelas que o empreendedor gostaria de ter, projetos que ele monta e vende. Villas faz atualmente de seis a sete bicicletas por mês, mas a meta é chegar a 10.

As bicicletas que estão à venda custam a partir de 2 mil reais. Já as sob demanda têm um preço muito variável. "É impossível falar em um preço médio ou um preço de tabela. Cada projeto é um e cada bike tem um ponto de partida. O importante é dizer que são projetos acessíveis", diz.

A restauração da bicicleta sempre está presente, mas alguns clientes pedem algo que faça a magrela ser única. Esse é o caso de empreendedores: pessoas que têm um negócio e precisam de uma bike para transporte, uma bike shop ou mesmo uma vitrine móvel. Villas desenvolveu um triciclo para a sorveteria Frida & Mina, por exemplo.

Os três tipos de bicicletas que mais fazem sucesso são as comerciais, as femininas (Caloi Ceci e Monark Brisa) e as "bicicletas dos nossos pais" (Caloi 10 e Monark 10).

Com as pessoas cada vez mais se acostumando a usar bikes, o negócio de Villas tem espaço para crescer. Aumenta o número de ciclistas nas ruas e as pessoas vão descobrindo alguma jóia em casa ou querem ter uma bicicleta que combine com sua personalidade, conta o empreendedor.

Para ele, no fim das contas, "não importa muito se você vai pedalar só no fim de semana ou todos os dias: mais cedo ou mais tarde sua relação com a cidade e até sua percepção do mundo muda quando você anda de bicicleta. As pessoas têm que ir pra rua e saber que a gente tem um tesouro escondido no porão de casa".

Veja mais fotos: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/empreendedor-fatura-com-restauracao-de-bicicletas-antigas

Bicicletas estão cada vez mais avançadas. Assistências técnicas para bicicletas estão presentes em todas as regiões de BH e oferecem serviços cada vez mais complexos

PUBLICADO EM 25/04/15 - 03h00
Apesar de não serem tão comuns quanto as oficinas mecânicas de automóveis, as assistências técnicas para bicicletas estão presentes em todas as regiões de Belo Horizonte e, para acompanhar a crescente sofisticação das magrelas, oferecem serviços cada vez mais complexos.
De 2006 a 2013, a venda de modelos com tecnologia mais avançada foi a que mais cresceu – 25%, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
Há 35 anos no mercado de venda e manutenção de bikes, Paulo Xavier, proprietário da Mop Bicicletas, no bairro São Pedro, na região Centro-Sul da capital, diz que a principal mudança que percebeu ao longo do tempo é dos próprios modelos. “As bicicletas evoluíram muito, principalmente quanto a freio e amortecedor”.
Segundo ele, a loja cresceu no período devido ao aumento não somente da demanda, mas também da concorrência. “O uso maior de bicicleta provocou a abertura de novas lojas e oficinas, e nós vamos acompanhando gradativamente”, afirma.
Na loja dele, o preço de manutenção das bikes varia de R$ 80 a R$ 125 – dependendo do tipo de bicicleta e do conserto. “Na manutenção completa, desmontamos a bicicleta inteira, lavamos com solvente, lubrificamos tudo e voltamos a montar, regulando todas as peças”, explica.
Veja o vídeo com o Mecânico Fabiano Cordeiro ensinando a trocar o pneu: 

Para o proprietário da Bici Shop, no centro da cidade, Alisson Silvestre de Trindade, mudaram não apenas as bicicletas, mas também a forma como as pessoas as veem. “Na década de 1990, eram mais sinônimos de brinquedo, hoje são meios de transporte, forma de lazer e esporte. Então, a variação dos modelos aumentou bastante”, conta.
Segundo ele, há bikes para todos os gostos e bolsos na loja – com preços que variam de R$ 479 a R$ 50 mil –, e a demanda pela manutenção, que fica na faixa de R$ 30 a R$ 90 e varia de acordo com o modelo, é maior por parte dos clientes mais antigos. “Bicicleta é igual cabelo, assim como você gosta sempre de manter o mesmo cabeleireiro, em quem confia, procura manter sempre a mesma assistência técnica”, afirmou.
O sócio e mecânico da loja Bike Bross na avenida Professor Morais, região Centro-Sul de Belo Horizonte, Fabiano Cordeiro, conta que por mês são consertadas cerca de 100 bicicletas no local. “A maioria dos consertos que fazemos são de Mountain Bike, geralmente elas apresentam mais problemas que as urbanas por causa do tipo de uso”, explica Cordeiro.
Segundo ele, o prazo para se fazer a manutenção das magrelas depende muito do tipo de uso de cada uma elas. Ele ressalta ainda que problemas como pneu furado pode ser solucionado pelo próprio ciclista, no entanto, outros problemas como freio ou marchas é preciso levar a bike até uma oficina.  
Rotina.  O dentista Carlos Edward Campos é ciclista da “vida inteira”. Com 49 anos, ele pedala desde os 10, tem três bicicletas e aprendeu a fazer a manutenção básica por conta própria. “Faço em casa mesmo, de três em três meses aproximadamente e, apenas nos casos mais graves, vou à oficina”, afirma.
Voluntário do grupo Bike Anjo BH, ele conta que já passou por várias situações em que a bicicleta quebrou no meio da rua e aconselha os novos ciclistas a procurarem cursos de manutenção, para que aprendam a fazer, pelo menos, reparos básicos. “Isso dá uma certa autonomia e garante que o ciclista não fique na mão e consiga chegar em casa sem problemas”.
Dicas
Substitua sempre que necessário e calibre segundo as recomendações do fabricante
Rodas. Verifique sempre a centragem dos aros, o estado dos raios e lubrifique os cubos periodicamente.
Transmissão. Mantenha coroas, catracas, correntes e pedais lubrificados.

Câmbios. Mantenha os câmbios dianteiro e traseiro regulados para maior precisão na troca de marchas.
Freios. Tenha sempre os freios ajustados para evitar falhas ou travamento. 
Mapa dos amantes de bicicleta
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